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	<description>Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis</description>
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		<title>Pandemia cortou 450 mil vagas no comércio e deixou 2,5 milhões com salários reduzidos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 10:07:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo do Dieese aponta necessidade de ação do poder público para evitar desastre ainda maior. E lembra que a economia já vinha mal antes da crise sanitária A pandemia de coronavírus atingiu duramente o comércio, setor mais afetado com corte de vagas até agora. De...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Estudo do Dieese aponta necessidade de ação do poder público para evitar desastre ainda maior. E lembra que a economia já vinha mal antes da crise sanitária</h4>
<p>A pandemia de coronavírus atingiu duramente o comércio, setor mais afetado com corte de vagas até agora. De janeiro a maio, foram fechadas 446 mil postos de trabalho com carteira assinada, segundo levantamento do Dieese, com base no&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/tag/caged/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) (abre numa nova aba)">Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)</a>. “E boa parte dos que não foram demitidos também sofre os impactos: cerca de 2,5 milhões tiveram contratos suspensos ou jornada e salário reduzidos, conforme autorizado pela MP 936”, acrescenta o instituto, em estudo divulgado nesta quarta-feira (8).</p>
<p>O Dieese destaca ainda a própria característica do setor como agravante da situação. Aproximadamente um terço dos trabalhadores no comércio são informais. “E, com a crise do coronavírus, perderam a renda.”</p>
<p>No primeiro trimestre, o comércio concentrava 15,6 milhões de trabalhadores, entre assalariados (com e sem carteira), por conta própria e familiares. Um total de 17% dos ocupados no país, conforme estimativa do IBGE citada no estudo. Uma categoria com alto índice de informalidade e de rotatividade (64%), jornadas extensas e rendimentos baixos.</p>
<p>Entre as unidades da federação, apenas São Paulo fechou 142.300 vagas formais neste ano. Em seguida, vêm Rio de Janeiro (-55.517), Minas Gerais (-48.081) e Rio Grande do Sul (-33.310).</p>
<h4>Crédito é fundamental</h4>
<p>Na análise, o Dieese alerta para a necessidade de ação do Estado para amenizar a grave crise do setor. “Se o governo não implementar novas medidas para fazer com que o crédito chegue às micro e pequenas empresas, milhares de negócios do setor desaparecerão, deixando outros milhões de trabalhadores sem trabalho e renda”, afirma.</p>
<p>Não basta ter linha de crédito, lembra ainda o instituto. “Precisa fazer chegar às empresas”, aponta, destacando as micro e pequenas. “Essas medidas são necessárias para todos os setores. Contudo, como uma característica fundamental do comércio é o grande número de micro e pequenos estabelecimentos de caráter familiar, elas se tornam imprescindíveis para o setor.”</p>
<p>Do total de solicitações de seguro-desemprego neste ano, mais de um quarto (26%, ou 248 mil) foram de trabalhadores do comércio. Em maio, o número cresceu 36% em relação a igual mês de 2019.</p>
<h4>Crise se acentuou, mas já existia</h4>
<p>Os comércios também representam cerca de um quarto dos trabalhadores atingidos pela&nbsp;<a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.020-de-6-de-julho-de-2020-265386938#:~:text=O%20empregado%20com%20contrato%20de,%2C00%20(seiscentos%20reais)%2C" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Medida Provisória 936 (abre numa nova aba)">Medida Provisória 936</a>, que prevê redução de jornada e salários e/ou suspensão de contratos. De mais de 10 milhões, são 2,5 milhões no comércio.</p>
<p>O Dieese observa que as vendas já vinham fracas mesmo antes da pandemia, devido ao desemprego e da pouca renda disponível. Mas despencaram em abril, caindo 27% em relação a 2019.&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/vendas-comercio-tendencia-negativa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Hoje, o IBGE informou que as vendas subiram de abril para maio, mas têm queda de 7,2% na comparação anual (abre numa nova aba)">Hoje, o IBGE informou que as vendas subiram de abril para maio, mas têm queda de 7,2% na comparação anual</a>. Nesta semana, a MP 936&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2020/07/mp-reducao-salarial-senado-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="foi sancionada e tornou-se a Lei 14.020 (abre numa nova aba)">foi sancionada e tornou-se a Lei 14.020</a>.</p>
<p>O estudo do Dieese mostra que, “embaladas pelo isolamento social”, as vendas on-line têm bom desempenho. No primeiro trimestre, o faturamento cresceu 27% sobre 2019. “Tendência que já vinha sendo observada nos últimos anos, mas que se acelera e intensifica com a covid-19, aumentando o desafio para manutenção e geração de empregos no setor do comércio.”</p>
<h4>Economia enfraquecida</h4>
<p>O Dieese lembra ainda que a economia vem apresentando crescimento pífio” desde o final de 2014. No ano passado, depois de projeção inicial de 3%, o PIB fechou com apenas 1,1%. “Em 2020, apesar de mais uma vez o governo começar o ano fazendo projeções otimistas para o crescimento do PIB, na casa dos 2,5%,&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/05/pib-2019-tombo-primeiro-trimestre/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="a divulgação da queda de 1,5% no PIB no 1º trimestre (abre numa nova aba)">a divulgação da queda de 1,5% no PIB no 1º trimestre</a>&nbsp;evidenciou que o desempenho da economia já vinha aquém do esperado antes dos efeitos provocados pelo novo coronavírus. ”</p>
<p>“A pandemia encontrou uma economia enfraquecida devido à baixa taxa de investimento, elevada ociosidade, precarização do mercado de trabalho e crescimento das desigualdades sociais, em razão das políticas neoliberais implementadas desde 2016 e aprofundadas no atual governo”, afirma o Dieese.</p>
<p class="btn"><strong><a href="https://www.dieese.org.br/estudosepesquisas/2020/estPesq94CovidComercio.pdf">Confira aqui a íntegra do estudo.</a></strong></p>
<p><em>Fonte: Rede Brasil Atual | Escrito por: Vitor Nuzzi | Foto: Reprodução – Montagem RBA</em></p>
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		<title>MP de Bolsonaro quer trabalho aos sábados, domingos e feriados, sem direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio em geral]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[MP 881, que pode se tornar lei, propõe cortar direitos de quem trabalha em dias especiais, como horas extras e auxílio alimentação e coloca em risco segurança e saúde no trabalho ao flexibilizar fisca Conhecida como minirreforma trabalhista, a Medida Provisória (MP) nº 881 pode...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><em>MP 881, que pode se tornar lei, propõe cortar direitos de quem trabalha em dias especiais, como horas extras e auxílio alimentação e coloca em risco segurança e saúde no trabalho ao flexibilizar fisca</em></div>
<div style="text-align: justify;">Conhecida como minirreforma trabalhista, a Medida Provisória (MP) nº 881 pode se tornar lei e trazer ainda mais retrocessos para a legislação trabalhista brasileira.</div>
<div style="text-align: justify;">Como o governo de Jair Bolsonaro (PSL) havia anunciado em sua campanha, a intenção é afrouxar regras para favorecer a classe empresarial brasileira.</div>
<div style="text-align: justify;">A proposta original da MP, que tramita no Congresso Nacional em caráter de Projeto de Conversão de Lei (45/2019), era para mudar onze itens. Ao passar pela comissão mista da câmara, a MP foi alterada pelo relator Jerônimo Georgen (PP-RS) que propôs mudar mais de 50 itens da lei.</div>
<div style="text-align: justify;">Um dos principais ataques apontados por especialistas é a liberação do trabalho aos domingos e feriados para mais categorias. Atualmente, a legislação prevê que os trabalhadores que exercem atividade nos fins de semana e feriados tenham remuneração diferenciada pelas horas trabalhadas, além de escala especial de folgas. Com a alteração proposta por Georgen, as empresas ficariam isentas de arcar com esses direitos.</div>
<div style="text-align: justify;">O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, explica que a MP passa a tratar os dias especiais como dias normais de trabalho e, com isso, os direitos adquiridos serão perdidos.</div>
<div style="text-align: justify;">“Algumas categorias têm regras específicas garantindo valores para alimentação, horas extras, escalas de folgas diferenciadas, mas a medida provisória pode acabar com tudo isso”, pontua o dirigente.</div>
<div style="text-align: justify;">“Vai ficar a critério da empresa decidir quando o trabalhador vai ter que trabalhar e quando terminar a vigência de acordos coletivos que preveem regras especiais, os patrões, embasados na lei, não vão querer negociar benefícios para os trabalhadores”.</div>
<div style="text-align: justify;">O advogado trabalhista, José Eymard Loguércio, acredita que em um curto prazo as consequências da MP 881 serão mais precarização, menores remunerações e impacto negativo na economia brasileira.</div>
<div style="text-align: justify;">“Nenhum país que adotou regras semelhantes apresentou melhores índices de geração de emprego. Pelo contrário, as jornadas aumentaram para quem já trabalhava”.</div>
<div style="text-align: justify;">Eymard lembra que em um país com alto índice de rotatividade como o Brasil a substituição da mão de obra é fácil para os empresários. A reforma Trabalhista, um exemplo de flexibilização dos direitos, não gerou postos de trabalho, afirma.</div>
<div style="text-align: justify;">“O que está acontecendo é o aumento do desemprego e da rotatividade. Um grande contingente de pessoas que estavam empregadas, com um padrão de rendimento foram demitidas e contratadas por valores menores”, diz o advogado.</div>
<div style="text-align: justify;">Direito Civil &#8211; Outro ponto crítico da Medida Provisória 881 é a sobreposição das regras do Direito do Trabalho pelas regras do Direito Civil.</div>
<div style="text-align: justify;">Na prática, significa que contratos firmados com valores acima de 30 salários mínimos (R$ 29.940,00) não teriam a mesma proteção das leis trabalhistas. “Seriam uma espécie de acordo comum firmado entre as partes, sem base em regras trabalhistas”, explica a presidente da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), juíza Noêmia Garcia Porto.</div>
<div style="text-align: justify;">Ela afirma que nesse ponto a medida não tem nenhum ‘respaldo’ constitucional, porque segrega os trabalhadores, dividindo-os em ‘castas’. “A Constituição proíbe qualquer discriminação entre tipos de trabalhadores”, diz Noêmia.</div>
<div style="text-align: justify;">Para a juíza, fica claro que a lógica da MP é de que trabalhadores nessa faixa salarial não devem ter proteção social, o que, ela diz, não é verdade.</div>
<div style="text-align: justify;">Se você tira regras, coloca os trabalhadores em condição de exploração e isso pode ocorrer em qualquer faixa salarial.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Noêmia Garcia Porto</div>
<div style="text-align: justify;">Impunidade &#8211; A MP 881 também dificulta o acesso da justiça a bens de proprietários e sócios de empresas julgadas como devedoras em ações trabalhistas. Atualmente, após a condenação há um recurso chamado Desconsideração da Pessoa Jurídica (DPJ) que determina que os sócios respondam com seu patrimônio, caso a empresa não tenha bens para quitar a dívida.</div>
<div style="text-align: justify;">Para a presidente da Anamatra, isso poderá criar um ambiente de impunidade, uma vez que o trabalhador ganhará a ação e não conseguirá receber os valores.</div>
<div style="text-align: justify;">Empresários beneficiados &#8211; O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, afirma que a vida do trabalhador, na prática, muda, tanto do ponto de vista social como do ponto de vista econômico, já que ele vai ser submetido a horários incomuns de trabalho e com menor remuneração.</div>
<div style="text-align: justify;">Para o dirigente, a chamada ‘liberdade econômica’ pregada por Bolsonaro, na verdade, é mais uma ação deste governo de extrema direita para retirar direitos dos trabalhadores.</div>
<div style="text-align: justify;">Esse governo só tem visão empresarial, não tem um mínimo de sensibilidade social</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Valeir Ertle</div>
<div style="text-align: justify;">“E no que diz respeito à economia”, prossegue o dirigente, “não dá para saber onde eles querem chegar com medidas como essa, já que a remuneração vai ser menor, os empregos serão precários e a reforma Trabalhista já provou que isso não é solução para crise”.</div>
<div style="text-align: justify;">Valeir cita ainda um exemplo clássico da história para ilustrar o que tira um país da crise. “Henry Ford, em 1914, dobrou o salário dos trabalhadores de sua linha de produção e reduziu a jornada para oito horas diárias. Assim foi preciso criar um terceiro turno para manter a produção”.</div>
<div style="text-align: justify;">O resultado dessa estratégia, comprovado pela história, foi que os próprios trabalhadores, com poder de compra maior, passaram a adquirir os automóveis que produziam, o que já dizia Henry Ford, era “bom para a economia”.</div>
<div style="text-align: justify;">A presidente da Anamatra, Noêmia Garcia Porto, concorda e complementa “parece que essa ideia de afrouxamento está baseada no senso comum, construído pela mídia, de que reduzindo proteção, se consegue incrementar a atividade econômica, mas não há nenhum estudo e nenhuma estatística que comprove isso”.</div>
<div style="text-align: justify;">Ataques da MP 881 &#8211; Outros pontos da MP, considerados graves pelo movimento sindical e juristas do trabalho são:</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Criação da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) digital e sem garantia de acesso efetivo para todos os trabalhadores acerca de suas informações. O advogado José Eymard Loguércio observa que o Brasil tem um grande contingente de excluídos digitais e que, portanto, não teriam acesso a esse recurso;</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Criação de mecanismos que dificultam a fiscalização e autuação fiscal e retira os sindicatos do sistema;</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Fim do e-Social;</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Fim da obrigatoriedade das CIPAs (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), tornando-as facultativas.</div>
<div style="text-align: justify;">Tramitação &#8211; O relatório do deputado Jerônimo Georgen, que “inchou” a medida provisória, foi votado na comissão especial da Câmara, na quinta-feira (11) e após o recesso parlamentar, deverá ir a plenário. A MP será votada na Câmara e no Senado. Se for aprovada, passa a valer como lei.</div>
<div style="text-align: justify;">A CUT vai se reunir com as demais centrais sindicais ainda no mês de julho e dialogar com todos os partidos para que a medida seja alterada na Câmara. “Ou trabalhar para a medida caducar [perder a validade] em setembro”, diz Valeir Ertle.</div>
<div style="text-align: justify;">O dirigente criticou a forma como a medida entrou em pauta. Segundo ele, havia um acordo entre os parlamentares de discutir o tema somente após a votação da reforma da Previdência, No entanto, o relator colocou a MP em votação.</div>
<div style="text-align: justify;">A presidente da Anamatra vê na tramitação um problema democrático já que a medida impacta a vida de milhões de brasileiros e não foi debatida com a sociedade. Noêmia Porto ainda afirma que “foi a mesma coisa com a reforma Trabalhista. Começou um texto modesto e no meio da tramitação o texto foi inchado, dificultando o diálogo com a sociedade”.</div>
<div style="text-align: justify;">O Supremo Tribunal Federal (STF) já havia considerado inconstitucional esse método de ‘inchaço’ de medidas. Duas ações de inconstitucionalidade da MP 881 aguardam julgamento na suprema Corte.</div>
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