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	<description>Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis</description>
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		<title>Alta da cesta básica é generalizada e alimentos ficam mais caros em 12 capitais</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 13:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cesta basica]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço médio da cesta básica aumentou, em outubro, em 12 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. No ano e em 12 meses, a alta é generalizada. Valor do salário mínimo deveria ser de R$ 6.458,86 &#160; Está cada vez mais difícil a população de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço médio da cesta básica aumentou, em outubro, em 12 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. No ano e em 12 meses, a alta é generalizada. Valor do salário mínimo deveria ser de R$ 6.458,86</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Está cada vez mais difícil a população de baixa renda comprar o mínimo necessário para a sua subsistência com a alta generalizada dos preços dos itens que compõem a cesta básica no país. Segundo a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta segunda-feira (7), o valor da cesta básica subiu em outubro, em 12 capitais das 17 pesquisadas pelo instituto.</p>
<p>O trabalhador remunerado pelo salário mínimo (R$ 1.212) comprometeu 58,78% da renda líquida para comprar os alimentos básicos – o percentual cresceu tanto na comparação mensal (58,18%) como na anual (58,35%).</p>
<p>Os maiores vilões da alta foram o preço da batata que subiu em todas as cidades da região Centro-Sul, onde é pesquisada. Já o do tomate aumentou em 13 das 17 capitais. O pão francês teve alta em 12, enquanto o leite integral caiu em todas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Variações nas capitais</strong></p>
<p>No mês passado, as principais elevações foram registradas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Em Porto Alegre, capital gaúcha, a cesta subiu (3,34%), seguida por Campo Grande (3,17%), Vitória (3,14%), Rio de Janeiro (3,10%) e Curitiba e Goiânia (ambas com 2,59%).</p>
<p>Já as reduções ocorreram em cidades do Norte e Nordeste: Recife (-3,73%), Natal (-1,40%), Belém (-1,16%), Aracaju (-0,61%) e João Pessoa (-0,49%).</p>
<p>De janeiro a outubro, o menor aumento foi em Recife com variação de 4,89% e o maior aumento foi em Campo Grande (MS) com 14,39%. No acumulado em 12 meses, de 5,48% (Vitória) a 15,38% (Salvador). O menor valor da cesta foi levantado em Aracaju (R$ 515,51).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira </strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16487" src="https://secfloripa.org.br/wordpress_a/wp-content/uploads/2022/11/tab_cesta_basica.jpg" alt="" width="676" height="546" srcset="https://secfloripa.org.br/wordpress_a/wp-content/uploads/2022/11/tab_cesta_basica.jpg 676w, https://secfloripa.org.br/wordpress_a/wp-content/uploads/2022/11/tab_cesta_basica-198x160.jpg 198w" sizes="(max-width: 676px) 100vw, 676px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Salário mínimo</strong></p>
<p>O Dieese calcula o valor do salário mínimo necessário a partir do maior preço da cesta básica que em outubro ficou com Porto Alegre (R$ 768,82). Assim o instituto calculou em R$ 6.458,86 o salário mínimo para as despesas básicas de uma família com quatro integrantes.</p>
<p>O valor corresponde a 5,33 vezes o piso nacional (R$ 1.212). Essa proporção era de 5,20 vezes em setembro e 5,35 há um ano. Assim, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica subiu para 119 horas e 37 minutos, segundo o Dieese.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Redação CUT | Editado por: Rosely Rocha | Foto: Roberto Parizotti (Sapão)</em></p>
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		<title>Maioria dos trabalhadores conquista reajuste igual ou acima da inflação, em abril</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 19:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[data-base]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Dieese mostra que 54% das categorias com data-base em abril tiveram reajustes igual ou acima da inflação, mas outros 46% ficaram com rendimentos 17% abaixo do que seria necessário para recompor perdas &#160; A luta por melhores salários que recomponham pelo menos o índice da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Dieese mostra que 54% das categorias com data-base em abril tiveram reajustes igual ou acima da inflação, mas outros 46% ficaram com rendimentos 17% abaixo do que seria necessário para recompor perdas</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A luta por melhores salários que recomponham pelo menos o índice da inflação tem sido árdua para os trabalhadores e trabalhadoras do país, que veem seu poder de compra cada vez mais corroído com a crise econômica aprofundada pelo desgoverno de Jair Bolsonaro (PL), que ainda tem a desfaçatez de defender mais perdas de direitos trabalhistas como forma de abrir vagas, argumento comprovadamente falso.<br />
No entanto, algumas categorias têm conquistado alguns ganhos como demonstra o boletim mensal “De olho nas negociações”, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p>Em abril deste ano das 163 categorias pesquisadas com data-base neste mês, a maioria teve reajuste iguais ou acima da inflação. No levantamento, 8% alcançaram resultados acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do Instituto Brasileiro de Geograﬁa e Estatística (IBGE), e 46% obtiveram reajustes iguais a esse índice – o que totaliza 54% das negociações da data-base. Esses dados preliminares praticamente repetem os da data-base de março, quando 53,7% das negociações conseguiram reajustes iguais ou superiores ao INPC.</p>
<p>Já o percentual de reajustes abaixo da inﬂação segue em alto patamar (46% do total, em abril). Em média essas categorias tiveram reajustes 17% menor do INPC, valor necessário para a recomposição plena dos salários.</p>
<p>“Os sindicatos têm feito uma luta hercúlea para conquistar reajustes acima ou de acordo com a inflação, mas a alta de preços sem perspectiva de queda, a crise econômica agravada pelo governo que a cada hora reajusta os preços dos combustíveis, dificultam as negociações”, analisa o coordenador da pesquisa, o técnico do Dieese, Luís Ribeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>A economia não deslancha. Toda hora o ministro da Economia e os bancos dizem que o crescimento está sendo retomado. Não é verdade. Os números são frágeis, não existe uma melhora sustentável quando há desemprego e inflação em alta</strong><br />
<strong>&#8211; Luís Ribeiro</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Variação real média</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em abril, a variação real média dos reajustes foi de -0,76%, resultado pior do que o das negociações com data-base em março e ligeiramente melhor do que o daquelas com data-base em fevereiro. Em todas as últimas 15 datas-bases, a variação real dos reajustes foi negativa, especialmente em julho de 2021 (-1,94%).</p>
<p>As médias negativas refletem o peso dos resultados abaixo do INPC-IBGE, que superam em grandeza os ganhos dos reajustes acima do índice inflacionário.</p>
<p>“O cálculo é feito pela média, quem teve reajuste igual ao INPC zerou, empatou, quem ficou abaixou perdeu e o ganho acima da inflação foi para poucos. Por isso que a média dos reajustes ficou negativa, superando quem teve reajuste acima da inflação”, diz Ribeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Reajuste necessário em maio</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o aumento dos preços da ordem de 1,04% em abril, o valor do reajuste necessário para as negociações com data-base em maio será de 12,47%, segundo o INPC-IBGE. É o maior valor do período considerado pelo boletim do Dieese.</p>
<p>Segundo Luís Ribeiro, o mês de maio é o mais importante pois dá o tom das negociações do ano em virtude de categorias importantes terem data-base nesse mês como petroleiros, químicos, bancários, entre outros.</p>
<p>“Quanto mais a categoria for forte e organizada mais chance tem de conquistar um reajuste acima da inflação”, diz o técnico do Dieese.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Resultados acumulados em 2022</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Houve ligeira piora no quadro geral das negociações dos reajustes salariais de 2022 em relação ao analisado no boletim anterior, publicado em abril. Os reajustes salariais abaixo do INPC-IBGE representam agora 40,8% do total no ano; aqueles em percentuais iguais a inﬂação são 31,6%; e os resultados acima do índice inﬂacionário equivalem a 27,6%.</p>
<p>Esses números podem variar, conforme novas negociações para essas datas-bases sejam concluídas. Confira aqui a íntegra do boletim “De olho nas negociações”, do Dieese.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/maioria-dos-trabalhadores-conquista-reajuste-iguais-ou-acima-da-inflacao-em-abri-8cb8" target="_blank" rel="noopener">CUT Brasil</a></em><br />
<em>Escrito por: Rosely Rocha</em><br />
<em>Foto: Roberto Parizotti (Sapão)</em></p>
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		<title>Dieese afirma que pandemia acentuou desigualdade entre trabalhadores ocupados</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 17:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto informais e trabalhadores do setor de serviço sofreram queda brusca, militares e diretores não sentiram a crise Cerca de 36% dos trabalhadores ocupados em maio tiveram alguma perda no rendimento na comparação com a situação anterior à pandemia. A redução média do rendimento foi...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-excerpt">
<h4>Enquanto informais e trabalhadores do setor de serviço sofreram queda brusca, militares e diretores não sentiram a crise</h4>
</div>
<p>Cerca de 36% dos trabalhadores ocupados em maio <a rel="noreferrer noopener" aria-label="tiveram alguma perda no rendimento (abre numa nova aba)" href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/04/pandemia-ressalta-desigualdade-brasileira-ameaca-emprego/" target="_blank">tiveram alguma perda no rendimento</a> na comparação com a situação anterior à pandemia. A redução média do rendimento foi de 61%, de acordo com <a rel="noreferrer noopener" aria-label="boletim divulgado pelo Dieese (abre numa nova aba)" href="https://www.dieese.org.br/boletimempregoempauta/2020/boletimEmpregoEmPauta15.html" target="_blank">boletim divulgado pelo Dieese</a>.</p>
<p>O supervisor do escritório do Dieese em São Paulo, Victor Pagani, observa que as perdas foram maiores entre os trabalhadores de serviços e do comércio. Por outro lado, militares e pessoas com cargos de direção tiveram perdas menores nos rendimentos. “A pandemia acentua também as <a rel="noreferrer noopener" aria-label="desigualdades de remuneração (abre numa nova aba)" href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/07/bolsonaro-segura-verba-saude-coronavirus/" target="_blank">desigualdades de remuneração</a> entre trabalhadores que permaneceram ocupados”, afirmou, no <strong>Jornal Brasil Atual</strong>.</p>
<p>O levantamento mostra que os impactos da pandemia foram mais sentidos entre os trabalhadores informais. Mais da metade (56%) teve perda de rendimento. Em média, a renda dos informais teve redução de 36%, percentual que chega a 12% entre os trabalhadores com carteira assinada.</p>
<p>Victor acrescenta que parte dos trabalhadores continuaram em atividade, mas perderam renda e tiveram que recorrer ao auxílio emergencial. “É fundamental que o auxílio continue sendo pago até o fim do estado de calamidade pública, mantendo o valor de R$ 600. Esses ocupados tinham rendimento médio de R$ 1.427 antes da pandemia e, com a crise, perderam R$ 901. Ou seja, o auxílio ainda é insuficiente para complementar essa perda”, alertou.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/pandemia-desigualdade-trabalhadores-dieese/" target="_blank" rel="noopener">https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/pandemia-desigualdade-trabalhadores-dieese/</a></p>
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		<title>Lei que reduz salários não trouxe garantia efetiva de emprego, critica Dieese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 13:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[lei trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituto relaciona pontos que considera importantes no texto e acredita que parlamento poderá derrubar alguns vetos presidenciais Tornada lei (14.020) nesta semana, a Medida Provisória 936 não trouxe garantia efetiva de emprego a todos os trabalhadores, aponta o Dieese, em nota técnica. É uma garantia...]]></description>
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<div class="post-excerpt">
<h4>Instituto relaciona pontos que considera importantes no texto e acredita que parlamento poderá derrubar alguns vetos presidenciais</h4>
</div>
</div>
<p><a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.020-de-6-de-julho-de-2020-265386938" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Tornada lei (14.020)  (abre numa nova aba)">Tornada lei (14.020) </a>nesta semana, a Medida Provisória 936 não trouxe garantia efetiva de emprego a todos os trabalhadores, aponta o Dieese, em <a rel="noreferrer noopener" aria-label="nota técnica (abre numa nova aba)" href="https://www.dieese.org.br/notatecnica/2020/notaTec243lei14.020_MP936.pdf" target="_blank">nota técnica</a>. É uma garantia apenas relativa, já que o texto não proíbe demissões. “Apenas se instituiu, nesse caso, uma multa adicional para o empregador, equivalente a 50%, 75% ou 100% do salário que o trabalhador receberia durante o prazo da garantia”, comenta o instituto.</p>
<p>“Trabalhadores que não tiverem redução de jornada ou suspensão do contrato, mesmo de empresa que tenha aderido ao programa, não gozam da garantia e podem ser demitidos sem a multa adicional”, acrescenta o Dieese. A entidade lembra que o Legislativa acrescentou itens de proteção no emprego à gestante e ao trabalhador com deficiência.</p>
<p>A lei originária da MP estabeleceu as regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Segundo o governo, em torno de 12,1 milhões de trabalhadores foram atingidos pela medida. Isso inclui acordos de suspensão do contrato e/ou redução de jornada e dos salários. A predominância de acordos individuais é um dos pontos controversos do texto.</p>
<p>O Dieese lembra que a Constituição, em seu artigo 6º, estabelece que o salário é irredutível, “salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo”. Assim, acordos individuais não seriam válidos para reduzir salários. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal, que validou a MP. O STF <a rel="noreferrer noopener" aria-label="considerando que havia circunstâncias excepcionais (abre numa nova aba)" href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/06/decisao-do-stf-sobre-a-mp-936-foi-de-indole-pragmatica-avalia-gilmar-mendes/" target="_blank">considerou que havia circunstâncias excepcionais</a>. Ou seja, estado de calamidade decretado por causa da pandemia de coronavírus.</p>
<h4>Negociação individual e coletiva</h4>
<p>O texto passou por mudanças no parlamento. Na versão final, observa o Dieese na nota técnica, “a negociação coletiva passou a ser obrigatória para uma faixa intermediária de salários um pouco mais ampla, quando o acordo estabelecer redução de jornada superior a 25% e representar alguma perda financeira para o trabalhador”. Para a entidade, a prevalência de acordos individuais “tenderá a resultar em condições menos favoráveis para os trabalhadores”.</p>
<p>O instituto considera ainda um ponto importante da lei a manutenção do direito de o trabalhador incluído no programa emergencial de receber o seguro-desemprego. No caso de demissão posterior, acrescenta. “Isso garante uma proteção adicional para o trabalhador na hipótese da redução da jornada ou suspensão do contrato ser insuficiente para a travessia da crise e sobrevir uma demissão.”</p>
<p>Ao concluir a análise, o Dieese avalia que alguns vetos presidenciais poderão ser derrubados pelo Congresso, “a fim de restaurar pontos de avanço na tramitação legislativa”. E conclui afirmando que “a ausência de efetiva e generalizada garantia de emprego aos trabalhadores e trabalhadoras, independentemente de estarem incluídos no Programa ou não, continua sendo uma lacuna no conjunto de medidas emergenciais que poderiam ser adotadas”.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/lei-que-reduz-salarios-nao-trouxe-garantia-efetiva-de-emprego-critica-dieese/" target="_blank" rel="noopener">https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/lei-que-reduz-salarios-nao-trouxe-garantia-efetiva-de-emprego-critica-dieese/</a></p>
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		<title>Os limites dos ataques aos direitos da população</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 02:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quem considere que o governo Bolsonaro é insustentável pelas suas contradições internas, que realmente são muitas em função de ser, dentre outras coisas, um governo de improvisação, já que não era o preferencial dos coordenadores do golpe de Estado no Brasil. É um governo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem considere que o governo Bolsonaro é insustentável pelas suas contradições internas, que realmente são muitas em função de ser, dentre outras coisas, um governo de improvisação, já que não era o preferencial dos coordenadores do golpe de Estado no Brasil. É um governo que enfrentará adversidades, como se pode ver pelos primeiros dias, mas pode se sustentar se atender a duas questões simultaneamente:</p>
<p>1ª) colocar em prática um programa que garanta os lucros do capital financeiro internacional, um dos objetivos centrais do golpe. O que significa privatizações, fim da previdência social, redução de transferências sociais do governo, fim dos subsídios à indústria, etc. Na prática se colocar em prática uma operação de desmonte do Estado e da economia;</p>
<p>2º) garantir que essas políticas, que deverão aumentar muito o empobrecimento da população, não provoquem uma explosão social incontrolável. É uma equação extremamente difícil. Ajudar os grandes capitais a enfrentar a queda de seus lucros e a crise mundial do capitalismo, implica, ao mesmo tempo, aumentar muito a política de guerra contra o povo. Elevar muito o grau de exploração num país onde o salário médio é de R$ 1.528,00 (setor privado), e onde quase cinquenta milhões de brasileiros dependem do Bolsa Família para não passar fome, não é brincadeira.</p>
<p>Apesar do desencontro de manifestações sobre o assunto, neste início de governo, a previdência social deverá ser um dos primeiros grandes ataques de Bolsonaro aos direitos da população. Isso está no acordo do golpe com banqueiros, que desejam ardentemente o filão da Seguridade Social no Brasil, um apetitoso mercado de cerca de R$ 750 bilhões por ano.</p>
<p>O argumento principal para a destruição da previdência é o seu “déficit”, que é uma mentira. Porém, no processo de guerra híbrida que vive o Brasil a veracidade dos fatos não tem importância. O que vale é a versão dos que detêm o poder do dinheiro e da mídia. Enquanto o chamado “déficit” (a previdência faz parte da Seguridade Social, que  é estruturalmente superavitária) da Previdência Social está orçado para 2019 em R$ 218,1 bilhões no Regime Geral e R$ 44 bilhões para o Regime Próprio de Previdência dos Servidores da União, orça-se para o mesmo ano, R$ 666,2 bilhões em pagamento de juros e amortização da dívida pública federal.</p>
<p>São 2,5 vezes o valor do “déficit” somado dos Regimes da Previdência citados e mais R$ 758,7 bilhões (quase o triplo do “déficit” dos Regimes de Previdência) para rolagem da dívida pública. Esta é a verdadeira causa do déficit público no Brasil. Mas não se fala nisso porque aqueles mesmos que levam quase R$ 700 bilhões de juros sem apertar um parafuso são os mesmos que planejam desmontar a Previdência Social.</p>
<p>Apesar da confusão das áreas do governo, e dos ditos e desmentidos sobre o tema, a proposta de Paulo Guedes para a previdência social, significará o desmonte do sistema. O que pretende realizar sobre o assunto, foi aplicado somente em um país (Chile, do Pinochet), onde atualmente os aposentados se suicidam por falta de perspectivas de sobrevivência. Na área social de uma forma geral será muito difícil o governo Bolsonaro realizar o que pretende contra os direitos sociais, sem haver reação popular.</p>
<p>Se não houver reação, por outro lado, aí sim a vida do povo vai ficar insustentável.</p>
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		<title>Desemprego sobe para 17,5% na região metropolitana de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 18:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego e Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), com a colaboração do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indica um crescimento na taxa de desemprego  de 16,9% em março para 17,5% em abril na região metropolitana de São Paulo. O desemprego...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), com a colaboração do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indica um crescimento na taxa de desemprego  de 16,9% em março para 17,5% em abril na região metropolitana de São Paulo.</p>
<p>O desemprego aberto, que reúne os que procuram trabalho durante o mês, subiu de 13,6% para 14,5%, e o desemprego oculto, agrupando os que não procuram vagas, caiu de 3,3% para 3,0%.</p>
<p>O número de desempregados foi estimado em 1,943 milhão, crescimento de 83 mil em relação a março.</p>
<p>A taxa de desempregou subiu na capital paulista, passando de 16,3% em março para 16,8% em abril. Na região de Guarulhos e Mogi das Cruzes, ela foi de 20,5% para 21,9%, e ficou estável no ABC Paulista (de 16,6% para 16,5%).</p>
<p>O nível de ocupação não variou (0,1%) e o contingente de ocupados foi estimado em 9,159 milhões de pessoas.</p>
<p>O número de assalariados ficou estável, com aumento da carteira de trabalho assinada (0,7%) no setor privado. O total de trabalhadores autônomos também aumentou 0,7% e de empregados domésticos, subiu 3,1%.</p>
<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/desemprego-sobe-para-175-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/desemprego-sobe-para-175-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo</a></p>
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