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	<title>SEC Floripa | </title>
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	<description>Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis</description>
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		<title>40% dos trabalhadores são informais no Brasil; no Norte são mais de 50%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 11:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego e Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem direitos, trabalhadores procuram no “empreendedorismo” uma forma de ganhar algum dinheiro. Ainda assim metade dos que abrem uma MEI ganha um salário mínimo e 27% têm renda entre um e dois salários &#160; Duas pesquisas, embora com intenções diferentes, mostram que a crise econômica,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Sem direitos, trabalhadores procuram no “empreendedorismo” uma forma de ganhar algum dinheiro. Ainda assim metade dos que abrem uma MEI ganha um salário mínimo e 27% têm renda entre um e dois salários</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Duas pesquisas, embora com intenções diferentes, mostram que a crise econômica, o desemprego e a falta de oportunidades têm levado milhares de trabalhadores e trabalhadoras a se virarem para ter alguma renda e por comida na mesa de suas famílias.</p>
<p>O Brasil virou o país da informalidade. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no segundo trimestre deste ano, 40% dos trabalhadores brasileiros estavam no mercado informal, ou seja, “vendendo” a sua força de trabalho, sem nenhum direito trabalhista, como férias, 13º salário, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) ou benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) como auxílio-doença, salário maternidade, Seguro-Desemprego etc. Lembrando que, para o IBGE, quem faz bico não é considerado desempregado, mesmo que não tenha nenhuma proteção. É essa geração de emprego que o governo de Jair Bolsonaro (PL) vem comemorando.</p>
<p>Na região Norte, a situação dos trabalhadores é mais dramática ainda, os índices de informalidade estão acima de 50%. O Pará é o estado com maior informalidade: 61%. <strong>Veja abaixo a tabela com os índices dos estados.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empreendedores Individuais</strong></p>
<p>E no Brasil da reforma Trabalhista, que tirou mais de 100 itens da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), explodiu também o número de Microempreendedores Individuais. Manicures, esteticistas e profissionais de diversas categorias perderam os empregos com carteira assinada e foram obrigados a abrir empresas para dar nota fiscal e ter algum direito como a Previdência. A  maioria, é claro, trabalha sozinha, sem gerar empregos, têm renda entre um e dois salários mínimos, mas são festejados pela mídia comercial como os empreendedores do país.</p>
<p>Essa informalidade é estrutural no mercado de trabalho brasileiro, mas hoje o país tem os mais altos índices de trabalhadores sem direito da história.</p>
<p>A única vez em que o país gerou mais emprego formal do que informal foi no governo Lula (PT), diz Fausto Augusto Junior, diretor-executivo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p>“O governo Lula diminuiu a informalidade no mercado de trabalho porque também havia programas de formalização com essa intenção. Já os governos que vieram posteriormente não só acabaram com esses programas como retiraram direitos com a reforma Trabalhista [Michel Temer, em 2017], e ainda extinguiram o Ministério do Trabalho [Jair Bolsonaro, em 2019), que só foi recriado no ano passado”, lembra Fausto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ápice do emprego formal no Brasil</strong></p>
<p>Desde 2003 houve crescente geração de empregos com carteira assinada, tendência que atinge o ápice em 2010, quando foram gerados mais de 2,5 milhões de empregos formais.</p>
<p>Entre 2002 e 2014 (governos Lula e Dilma), foram gerados mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada. O número total de empregados com vínculo formal de emprego passou de 28,7 milhões para 49,6 milhões.</p>
<p>Mesmo em 2013 e 2014, a geração líquida de postos de trabalho formal foi positiva, em 1,1 milhão e 391 mil, respectivamente. Eram 48,1 milhões em 2015. Com o golpe de 2016 e a pandemia, entre 2015 e 2020 foram perdidos mais de 9 milhões de empregos formais, de acordo com informações do artigo dos economistas Eduardo Fagnani, Gerson Gomes e Guilherme Mello.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conceito de trabalho informal</strong></p>
<p>O IBGE leva em consideração as seguintes categorias informais: empregados no setor privado sem carteira assinada, empregados domésticos sem carteira, empregadores sem registro de CNPJ, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.</p>
<p>O diretor-executivo do Dieese explica que se chama trabalho informal quando o trabalhador está empregado, mas não tem registro em carteira.</p>
<p>Já o autônomo que está na informalidade, é quem oferece a sua força de trabalho, mas não tem direito. O por conta própria trabalha para ele mesmo, sem ter chefes. O desempregado é, na verdade, o desocupado, aquele que procura emprego e não consegue uma vaga de trabalho, não faz sequer um bico.</p>
<p>A informalidade, de acordo com o IBGE, tem características relacionadas a atividades econômicas. Está mais no comércio, em alguns serviços, na construção, e menos na indústria e em serviços prestados às empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Índice de informalidade nos estados</strong></p>
<p>De acordo com a pesquisa do IBGE, do total de 27 unidades da federação, 11 que ficam no Norte e Nordeste registram taxas de informalidade superiores a 50%.</p>
<p>O maior índice foi encontrado no Pará (61,8%), seguido por Maranhão (59,4%) e Amazonas (57,7%).</p>
<p>Os três menores índices foram encontrados em Santa Catarina (27,2%), no Distrito Federal (31,2%), e em São Paulo (31,1%).</p>
<p>Confira a tabela com a taxa de informalidade no 2º trimestre de 2022, em percentuais:</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="height: 1742px;" width="360">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: left;"><strong>Brasil</strong></p>
</td>
<td><strong>40</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Pará</td>
<td>61,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Maranhão</td>
<td>59,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Amazonas</td>
<td>57,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Piauí</td>
<td>56,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Bahia</td>
<td>53,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Pernambuco</td>
<td>52,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Ceará</td>
<td>52,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraíba</td>
<td>52,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Sergipe</td>
<td>52</td>
</tr>
<tr>
<td>Amapá</td>
<td>51,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Rondônia</td>
<td>50,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Acre</td>
<td>48,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Roraima</td>
<td>47,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Norte</td>
<td>46,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Alagoas</td>
<td>45,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Tocantins</td>
<td>41,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Espírito Santo</td>
<td>40,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Goiás</td>
<td>39,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Minas Gerais</td>
<td>38,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso</td>
<td>37,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio de Janeiro</td>
<td>36,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso do Sul</td>
<td>34,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Sul</td>
<td>32,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraná</td>
<td>32,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Distrito Federal</td>
<td>31,2</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo</td>
<td>31,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Catarina</td>
<td>27,2</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: IBGE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Metade dos empreendedores tem renda de um salário mínimo</strong></p>
<p>A outra pesquisa que mostra como a crise econômica afeta milhões de pessoas sem empregos formais, é a do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo dados do Atlas dos Pequenos Negócios mais de 45% dos empreendedores que abriram uma empresa do Microempreendedor Individual (MEI), conseguem ter renda de no máximo um salário mínimo (R$1.212) e outros 27% conseguem uma renda entre um e dois mínimos (R$ 2.424).</p>
<p>No final do ano passado, o número de MEIs no país chegou a 26 milhões. No entanto, nove em cada dez donos de negócios no Brasil não têm funcionários. Ou seja 90% deles trabalham por conta própria, sem gerar empregos direitos.</p>
<p>São empreendedores que trabalham por conta própria e desenvolvem todas as funções dentro da empresa, desde o investimento até a venda ou prestação de serviço.</p>
<p>“Houve a glamourização do chamado “empreendedorismo”. Hoje até domésticas e faxineiras são MEIs, o que antes era proibido.  O “empreendedorismo” substituiu a empregabilidade, mas o conceito não bate porque empreendedor é aquele que tem alguma reserva e investe num negócio, abre uma loja, uma fábrica, gera empregos.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p><strong>A grande maioria dos empreendedores só tem a força de trabalho para vender</strong></p>
<footer><strong>&#8211; <em>Fausto Augusto Junior</em></strong></footer>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O MEI nasceu para formalizar esses trabalhadores e dar algum direito, como os da Previdência.  No entanto, hoje uma manicure abre uma MEI, compra seus equipamentos, seus meios de produção, e presta serviços num salão. Já faxineiras não vão comprar o seu instrumento de trabalho, uma vassoura, por exemplo, para fazer a limpeza, e ainda assim são MEIs.</p>
<p>“É a banalização de uma figura jurídica criada para alguma forma formalizar o trabalho. O MEI é formalizado pelo sistema, mas ele é um trabalhador precarizado, com direitos rebaixados que no final das contas trabalha acima da jornada”, critica Fausto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Rosely Rocha | Editado por: Marize Muniz | Foto: Roberto Parizotti (Sapão)</em></p>
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		<title>Férias: Veja quem tem direito, quando pode tirar e valor a receber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 16:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
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					<description><![CDATA[Fique por dentro de seu direto de tirar férias, que é assegurado pela Constituição, na hora de negociar com o patrão o sagrado descanso anual No fim do ano, com o verão, festas e início das férias dos filhos, muitos trabalhadores e trabalhadoras planejam tirar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Fique por dentro de seu direto de tirar férias, que é assegurado pela Constituição, na hora de negociar com o patrão o sagrado descanso anual</h4>
<p>No fim do ano, com o verão, festas e início das férias dos filhos, muitos trabalhadores e trabalhadoras planejam tirar férias.</p>
<div class="dd-m-editor">
<p>Mas, depois do golpe, com a aprovação da reforma Trabalhista do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), muitos trabalhadores têm dúvidas sobre esse direito. As perguntas vão desde ‘tenho direito?’, ‘qual o  período? ‘o período pode ser fracionado?’ a, claro, ‘quanto vou receber?’  </p>
<p>Em primeiro lugar é importante saber que, apesar de tentarem, nem Temer nem o presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) conseguiram acabar com as férias anuais remunerada com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal, para trabalhadores urbanos e rurais com carteira assinada. Este direito é garantido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1943, e foi assegurado pela Constituição, de 1988, que acrescentou a remuneração de férias de 1/3 do valor do salário.</p>
<h4><strong>Confira quem tem direito a férias, quando e valores a receber </strong></h4>
<p><strong>Quem tem direito?</strong></p>
<p>Trabalhadores e trabalhadoras formais, com registro em carteira, têm direito às férias após 12 meses de trabalho, o chamado período aquisitivo.</p>
<p><strong>Quando? </strong></p>
<p>Se o trabalhador foi admitido, por exemplo, hoje, daqui a um ano, terá completado um período aquisitivo e a empresa terá a partir de então mais 12 meses para conceder o descanso.</p>
<p>Geralmente, o trabalhador escolhe uma data e ‘negocia’ com o patrão o que for bom para ambas as partes.</p>
<p>Val ressaltar que a lei determina que se o empregador <strong>não concede</strong>r as férias nesse ‘prazo legal’ terá de pagar o período das férias em dobro.</p>
<p><strong>Quanto dias de férias?</strong></p>
<p>Após os 12 meses de trabalho, por lei, a empresa deve conceder 30 dias de descanso remunerado.</p>
<p><strong>Posso dividir esse período?</strong></p>
<p>Sim. A reforma Trabalhista permite o fracionamento das férias.</p>
<p>O trabalhador pode tirar os 30 dias corridos e pode também dividir o período em até três ocasiões.</p>
<p>A regra determina que <strong>um dos períodos não poderá ser menor do que 14 dias</strong>. Os demais períodos <strong>não poderão ser menores do que cinco dias</strong>.</p>
<p>O mais comum é o trabalhador tirar férias de 15 dias em uma determinada época e depois mais duas vezes – por exemplo, mais um período de 10 e outro de cinco dias, ou de oito e sete dias, respectivamente.</p>
<p>O trabalhador precisa concordar com o fracionamento das férias. Isso não pode ser imposto pelo patrão.</p>
<p><strong>Que dia posso entrar em férias? </strong></p>
<p>A legislação proíbe o início das férias em dias que antecedem feriados ou repouso semanal remunerado, ou seja, as férias não podem começar em um sábado ou domingo, nem na quinta-feira e nem na sexta-feira.</p>
<p>O comunicado de férias, obrigatoriamente deve ser feito pelo empregador com antecedência de 30 dias, devidamente documentado. O trabalhador deverá apresentar sua carteira de trabalho para anotação do período.</p>
<p><strong><em>Tem um porém&#8230;</em></strong></p>
<p>No que diz respeito ao período escolhido para tirar as férias, a CLT tem duas considerações:</p>
<p>1 &#8211; membros de uma mesma família que trabalharem na mesma empresa terão direito a gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem e se disto não resultar prejuízo para o serviço.</p>
<p>2 &#8211; Empregados estudantes menores de 18 anos têm direito de fazer coincidir suas férias com as escolares.</p>
<p><strong>O que muda no salário?</strong></p>
<p>Todo trabalhador tem direito a receber um terço (1/3) do valor do salário a título de férias. Portanto, receberá o salário do mês mais o valor correspondente ao pagamento das férias.</p>
<p>O adiantamento salarial e o abono de férias devem ser feitos em até dois dias antes do início do período de férias.</p>
<p>Se o trabalhador recebe o salário, por exemplo, no dia 10 e vai tirar férias no dia 5, já no dia 3 a empresa terá de efetuar o pagamento tanto das férias como do salário do mês.</p>
<p><strong>O salário do mês seguinte é menor?</strong></p>
<p>Sim. O valor menor assusta muitas vezes, mas é correto, já que o trabalhador recebeu o adiantamento de férias e do salário, antes de entrar – efetivamente &#8211; em férias. Quando volta, o valor que recebe é proporcional aos dias trabalhado no mês.</p>
<p>Exemplo: o período de férias do trabalhador é de um mês normal, entre os dias 1º e 30 do mês e a empresa paga os salários no dia 31. Dois dias antes de sair de férias, o salário destes 30 dias é antecipado; ao retornar, no dia 31, o trabalhador não tem nada a receber, já que já foi remunerado por todo aquele período.</p>
<p><strong>E quem teve contrato de trabalho suspenso?</strong></p>
<p>Historicamente, toda suspensão de contrato impacta no período aquisitivo, ou seja, as férias são adiadas. A Medida Provisória 1045/2021, que instituiu a suspensão de contrato de trabalho e a redução de jornada com redução e salários, vigente até agosto deste ano, não deixava clara essa regra.</p>
<p>O advogado Fernando José Hirsch, do escritório LBS Advogados, explica que por um lado, há uma nota técnica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (NT 51.520/2020), que afirma que SIM, ficam suspensas as férias durante o período a contagem do período aquisitivo.</p>
<p>Mas, por outro lado, ele diz, “há um parecer do Ministério Público do Trabalho (MPT) no sentido de garantir os direitos às férias, sem considerar a suspensão de contrato de trabalho”.</p>
<p>Na prática, assim como no ano passado, empresas estão aplicado com frequência a suspensão do período aquisitivo.</p>
<p><strong>E quem teve redução de jornada?</strong></p>
<p>Para quem teve redução de jornada de trabalho com redução salarial, o período de vencimento continua o mesmo, sem prejuízo do salário.</p>
<p><strong>Contrato intermitente tem direito a férias?</strong></p>
<p>De acordo com o parágrafo 1° do Artigo 142 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), quando o salário for pago por hora e com jornadas variáveis, será apurada a média do período aquisitivo, aplicando-se como valor do salário na data da concessão das férias.</p>
<p><strong>Não quero férias. Posso vender?</strong></p>
<p>Pode, mas somente até um terço do período, ou seja, 10 dias. O cálculo para saber o valor é simples. Basta pegar o salário, dividir por 30 e multiplicar pelo número de dias que o trabalhador quer vender.</p>
<p>Exemplo: O salário é de R$ 3 mil e o trabalhador quer vender os 10 dias</p>
<p>R$ 3.000 / 30 (dias) = R$ 100 X 10 (dias) – Total R$ 1.000</p>
<p>O valor de 1/3 sobre férias, citado nesta matéria, também incide neste caso</p>
<p><em>No exemplo acima:</em></p>
<p>Férias tiradas (20 dias) = R$ 2.000 + um terço desse período = R$ 666,66 (total de R$ 2.666,00)</p>
<p>Além desse valor, recebe mais R$ 1.000, referentes aos 10 dias trabalhados mais um terço sobre esse valor (total de R$ 1.332)</p>
<p><strong>Fui demitido. Tenho direito?</strong></p>
<p>Em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador tem direito de receber em dinheiro o “restante” do período aquisitivo, ou seja, as férias proporcionais. No caso de ainda não ter completado um ano de trabalho, a regra também vale.</p>
<p>Se um trabalhador foi demitido com apenas seis meses de registro em carteira, ele tem direito a meio período de férias, ou seja, são as férias proporcionais ao tempo em que trabalhou na empresa mais 1/3 desse período.</p>
<p>Para calcular o valor, basta dividir o salário por 12 e multiplicar pela quantidade meses que você trabalhou durante o período aquisitivo.</p>
<h3><strong>É bom saber</strong></h3>
<h4><strong>Faltas</strong></h4>
<p>As faltas ao serviço podem ter impacto no direito de férias. De acordo com o artigo 130 da CLT, o empregado terá direito a férias na seguinte proporção: 30 dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de cinco vezes; 24 dias corridos, quando houver tido de seis a 14 faltas; 18 dias corridos, quando houver tido de 15 a 23 faltas; 12 dias corridos, quando houver tido de 24 a 32 faltas. </p>
<p>Não é considerada falta ao serviço a licença compulsória por motivo de maternidade ou aborto, por motivo de acidente do trabalho ou de enfermidade atestada pelo INSS, a ausência justificada pela empresa, durante suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando o réu não for submetido ao júri ou absolvido.</p>
<h4><strong>Trabalho durante as férias</strong></h4>
<p>Durante as férias, o empregado não poderá prestar serviços a outro empregador, salvo se estiver obrigado a fazê-lo em virtude de contrato de trabalho regular (no caso de dois empregos).</p>
<h4><strong>Férias não concedidas</strong></h4>
<p>O artigo 137 da CLT prevê um conjunto de sanções ao empregador que não concede ou atrasa a concessão ou a remuneração das férias de seus empregados. Caso sejam concedidas após o fim do período concessivo, as férias serão remuneradas em dobro. De acordo com a Súmula 81 do TST, se apenas parte das férias forem gozadas após o período concessivo, remuneram-se esses dias excedentes em dobro.</p>
<p>No caso de não concessão, o empregado pode ajuizar reclamação trabalhista para que Justiça do Trabalho fixe o período de férias, sob pena de multa diária. Há, ainda, previsão de multa administrativa.<strong> </strong></p>
<h4><strong>Férias pagas, mas não gozadas</strong> </h4>
<p>O gozo de férias é considerado um direito indisponível, ou seja, o empregado não pode abrir mão dele. Assim, o empregador que remunera férias não gozadas e as converte em dinheiro para o empregado age de forma ilícita. </p>
<h4><strong>Empregado doméstico</strong> </h4>
<p>A regra geral também se aplica aos empregados domésticos. A categoria tem direito a férias anuais remuneradas de 30 dias com abono de 1/3, a férias proporcionais quando for dispensado sem justa causa e à conversão de 1/3 das férias em abono pecuniário. </p>
<h4><strong>Servidor público</strong> </h4>
<p>No caso do servidor público federal, regido pela Lei 8.112/1990, o direito às férias conserva boa parte das características da CLT. A principal diferença é a possibilidade de acumulação por no máximo dois períodos, em caso de necessidade do serviço. Para servidores públicos estaduais e municipais, deve-se observar o regime jurídico estadual ou municipal.</p>
<p class="dd-m-text dd-m-text--smallest dd-m-alignment--center dd-m-color-assertive"><strong>Escrito por: Redação CUT</strong> | <strong>Editado por: Marize Muniz /Texto: André Accarini<br />Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/ferias-confira-quem-tem-direito-quando-pode-tirar-e-valor-a-receber-a679" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.cut.org.br/noticias/ferias-confira-quem-tem-direito-quando-pode-tirar-e-valor-a-receber-a679</a><br /></strong></p>
</div>
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		<title>Vice do TST lembra ‘mentiras da reforma trabalhista’ e critica redução de direitos em meio à pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 11:42:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
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		<category><![CDATA[redução]]></category>
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					<description><![CDATA[Vice-presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, critica MPs que atendem patrões sem considerar proteção dos cidadão em meio à pandemia São Paulo – A pandemia deve demonstrar que é necessário retomar a ideia de proteção social em vez de flexibilizar ainda mais,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="column large-1 small-12 no-padding">
<h4>Vice-presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, critica MPs que atendem patrões sem considerar proteção dos cidadão em meio à pandemia</h4>
<p>São Paulo – A pandemia deve demonstrar que é necessário retomar a ideia de proteção social em vez de flexibilizar ainda mais, como já defendem empresários e governo. A observação é do vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. “Estamos caminhando para o precipício, para uma situação social conflituosa absolutamente dramática”, afirmou, ao participar de debate virtual promovido ontem (27) pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), respondendo perguntas de professores da instituição e de alguns ouvintes.</p></div>
<div class="large-11 small-12">
<div class="the-content">
<p>Ao citar a “reforma” trabalhista implementada em 2017, o magistrado observa que havia o discurso de que as medidas permitiriam a criação de milhões de empregos. “Qual foi a resposta empírica? O que foi prometido não foi entregue.”</p>
<p>Por isso, ele rejeita a insistência no argumento de que é preciso reduzir direitos para garantir empregos. “Não bastou a mentira da reforma? Agora vem outra?”, reage. Segundo Vieira Filho, o mercado já demonstrou que não dá conta da crise. Mais uma vez, é necessária a presença ativa do Estado.</p>
<h3>Ideário em xeque</h3>
<p>“Esse ideário neoliberal está ficando sem suporte. A pandemia colocou em xeque esse ideário, bem como a ideia da globalização”, diz o vice-presidente do TST. “Isso tudo está mostrando a fragilização desse discurso.” Durante o debate, ele usou algumas vezes a expressão <em>zombie ideas</em> (“ideias zumbi”), bastante citadas por Paul Krugman, sobre crenças que deveriam ter sido eliminadas pela evidências, mas seguem devorando cérebros, como já definiu o economista norte-americano.</p>
<p>O ministro cita Krugman e seu “choque violentíssimo” com o ideário neoliberal, “inclusive das formas de apropriação do Estado pelo capital”. E acrescenta que o chamado mercado se mostrou incapaz de solucionar as questões apresentadas pelo pandemia e a consequente crise econômica. “Um descompasso completo”, afirma.</p>
<p>Ele também critica as recentes medidas provisórias de flexibilização de direitos, como as MP 927 e 936 (<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/05/camara-marca-para-amanha-votacao-da-medida-provisoria-de-reducao-salarial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">que deve ser votada hoje na Câmara)</a>. Foram editadas de forma unilateral, lembra, sem participação dos sindicatos, que também são protagonistas do capitalismo. E desrespeitam a premissa da Organização Internacional do Trabalho sobre diálogo social. “Então, não é só uma ideia jurídica da <a href="https://www.ilo.org/brasilia/lang--pt/index.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">OIT</a>, mas uma ideia econômica também”, diz Vieira Filho.</p>
<p>As MPs, acrescenta, consideraram apenas um lado, o do empregador. Ignoram inclusive a proteção necessária para micro, pequenas e médias empresas em meio a uma pandemia, que concentram muita mão de obra. “Elas são fundamentais na economia. Precisamos proteger os vulneráveis, ou vamos criar um monopólio. Estamos acentuando o grau de concentração em todos os níveis no país, e isso é muito perigoso.”</p>
<h3>De invisíveis a essenciais</h3>
<p>Ele afirma que “quem apareceu para manter a sociedade viva”, neste momento, foram justamente os trabalhadores, em particular os da saúde, do comércio e os que trabalham por meio de aplicativos. “De invisíveis, transformaram-se em essenciais.”</p>
<p>Assim, as medidas, em vez de serem flexibilizadoras em plena pandemia, precisam assegurar proteção. “Estamos trabalhando com ideias mortas, superadas no mundo. Nós só vamos sair desse quadro se houver mais proteção social”, afirma o ministro. Para ele, os sindicatos também precisam se “reconstruir”, pensar em novas formas de organização e de comunicação, incluindo as novas modalidades de trabalhadores, como as da plataformas virtuais.</p>
<p>O ministro considera o teletrabalho, ou home office, uma tendência irremediável, que não se pode mais descartar. “Mas isso não quer dizer que signifique um trabalho em que haja uma jornada ilimitada”, ponderou. “Em vários países da Europa, essa jornada é regulamentada. É preciso uma nova regulamentação, porque esse é um veículo que veio e vai ficar definitivamente.”</p>
<p>Assim como a questão das plataformas, cuja relação tem sido controversa na Justiça do Trabalho. “Quem precifica é agente econômico, é aquele que efetivamente coordenada a relação de trabalho”, diz o ministro. Ele defende ainda uma “discussão séria” sobre redução da jornada de trabalho, para permitir maior absorção de mão de obra. Mesmo em um “processo crescente de desregulamentação e de desproteção social”, o vice-presidente do TST espera que a pandemia ajude a provocar “um novo movimento civilizatório”, considerando o tripé economia, meio ambiente e questão social.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2020/05/pandemia-protecao-social-em-vez-de-mais-flexibilizacao-mentira-reforma-trabalhista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2020/05/pandemia-protecao-social-em-vez-de-mais-flexibilizacao-mentira-reforma-trabalhista/</a></p>
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		<title>Trabalhador, confira seus direitos durante a pandemia do coronavírus</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 16:43:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Patrões têm de seguir dois princípios do direito do trabalho: assumir os riscos da atividade e os prejuízos em momentos de crise; e respeitar o princípio da dignidade da pessoa humana, diz advogado Com a pandemia do coronavírus (Covid-19) abalando a saúde e a economia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Patrões têm de seguir dois princípios do direito do trabalho: assumir os riscos da atividade e os prejuízos em momentos de crise; e respeitar o princípio da dignidade da pessoa humana, diz advogado</strong></p>
<p>Com a pandemia do coronavírus (Covid-19) abalando a saúde e a economia do mundo e colocando em risco o emprego e a renda de milhões de trabalhadores  e trabalhadoras que serão colocados ou já estão em quarentena, muitos têm dúvidas sobre os  quais direitos da classe trabalhadora durante a emergência sanitária.</p>
<p>Em todo o mundo já são mais de 382 mil casos confirmados do Covid-19 e mais de 26,5 mil mortes. No Brasil são mais de 2 mil casos confirmados e 34 vítimas fatais, sendo 30 só em São Paulo, o estado mais afetado do país.</p>
<p>A maioria dos governos está seguindo a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de restringir a circulação de pessoas, obrigando milhões de pessoas a ficar em casa, de quarentena, por períodos que podem passar de três semanas. É o caso do Brasil, onde governos estaduais e municipais têm fechado órgãos públicos, o comércio e as escolas, e as empresas estão direcionando os trabalhadores para home office para evitar a proliferação da infecção.</p>
<p>Mas, empresas têm desrespeitado as recomendações e até as ordens de fechamento de estabelecimentos submetendo os trabalhadores e trabalhadoras ao risco de saúde. Com medo de perder o emprego, os trabalhadores continuam usando transportes lotados e tentando chegar no trabalho a todo custo, como é o caso de São Paulo e Rio de Janeiro, os estados com mais casos confirmados da doença.</p>
<p>Este cenário mostra que os trabalhadores precisam saber quais são os seus direitos em meio à pandemia do coronavírus e o que podem fazer para que esses direitos respeitados. Foi pensando no drama desses trabalhadores que a <a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/03/24/quais-os-direitos-dos-trabalhadores-diante-da-pandemia-do-coronavirus"><strong>repórter Marina Duarte de Souza, do Brasil de Fato</strong></a><strong>,</strong> fez uma matéria com o  advogado trabalhista e membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), Thiago Barison.</p>
<p>De acordo com o advogado existem dois princípios do direito do trabalho. O primeiro é que o empregador tem de assumir os riscos da atividade econômica. Ou seja, ele pode ter lucro, mas se houver intercorrências que causem prejuízos é ele quem os assume também. Então, nesse caso, não é de responsabilidade do trabalhador o que está acontecendo, o empregador deve suportar esse prejuízo, diz.</p>
<p>O segundo princípio é o da dignidade da pessoa humana, o direito à vida, que vem em primeiro lugar, vem acima do lucro. O empregador não pode agravar os riscos que existem ao trabalhador nem expor a riscos conhecidos como este.</p>
<p>O advogado diz que esses princípios norteiam a conduta que deve se ter nesse caso e determinam a regra segundo a qual, durante a interrupção do contrato de trabalho, em que há suspensão do trabalho e continuidade do pagamento dos salários, não pode haver a rescisão contratual. Por uma questão de ordem pública, a possibilidade de rescisão do contrato fica retirada das mãos das partes privadas.</p>
<p>No caso dos trabalhadores que estão no grupo de risco, como idosos e pessoas com doenças como diabetes, hipertensão, problema cardíaco ou pulmonar, o advogado orienta o trabalhador a comunicar ao empregador, provar documentalmente da forma que puder que se encontra num grupo de risco ou que tem em seu convívio doméstico alguém nessa condição, para que o empregador saiba e faça o que deve ser feito. Caso ele não faça, aí é necessário recorrer à organização coletiva solidária dos trabalhadores [os sindicatos] e, em último caso, a medidas judiciais.</p>
<p> </p>
<blockquote class="dd-blockquote">
<p><strong>O sindicato é o meio mais rápido e direto para resolver esses problemas e essas questões urgentes. O judiciário sempre corre atrás do prejuízo, pode até conceder uma liminar, mas é preciso tentar antes disso esgotar todas as possibilidades.</strong></p>
<footer><strong>– Thiago Barison</strong></footer>
</blockquote>
<p> </p>
<p>Sobre o desconto dos dias em que o trabalhador ficar em quarentena, Thiago Barison diz que a Lei 13.979 prevê a possibilidade de isolamento e a de quarentena, sem prejuízo aos trabalhadores.</p>
<p>De acordo com o advogado, a norma que estabelece medidas sanitárias para combater o coronavírus prevê que a ausência ao trabalho, seja no serviço público, seja no emprego privado, motivada pela quarentena ou pelo isolamento, deve ser considerada uma falta justificada. Ou seja, o trabalhador não pode sofrer nenhum desconto no salário. Thiago considera a medida importantíssima, pois reafirma os princípios do Direito do Trabalho que ele citou acima.</p>
<p> </p>
<p><strong>Férias coletivas</strong></p>
<p>Sobre férias coletivas, o advogado diz que estão previstas na lei e que as empresas têm de pagar os salários e o acréscimo constitucional de 1/3.</p>
<p> </p>
<p><strong>Demissão coletiva</strong></p>
<p>A demissão coletiva é um fato coletivo, diz o advogado, que explica que ela não pode acontecer sem negociação com o sindicato. “Seria um ato antissocial, num momento grave como esse, o empregador simplesmente dispensar os empregados, sem recorrer a soluções negociadas, sem recorrer à pressão perante as autoridades públicas para garantir outra solução para essa situação. O Estado precisa intervir para socorrer as famílias e as pessoas que vivem do trabalho, incluídas aí as pessoas que trabalham por conta própria ou que têm um pequeno negócio, pois serão mais duramente atingidas”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Informais</strong></p>
<p>Na opinião de Thiago, a alternativa para o trabalhador por conta própria “é se  organizar coletivamente para pressionar o Estado e garantir que a quarentena e o isolamento aconteçam sem prejuízo do sustento das famílias. Nessa hora se mostra a importância do sistema público de proteção social: a Seguridade Social, que compreende a Saúde, com o SUS que dá atendimento universal e integral, a Previdência e a Assistência Social”.</p>
<p>O advogado explica que o trabalhador informal que paga o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que se infectar com o Covis-19 e precisar ficar em casa ou mesmo internado, terá direito ao auxílio-doença, pago pelo INSS, no valor de um salário mínimo.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Redação CUT | Foto: Marcelo Camargo – Agência Brasil</em></p>
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		<title>Reforma da Previdência aprovada em primeiro turno da Câmara dos Deputados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[reforma previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados no dia 10 de julho, o texto-base da reforma da previdência obteve 379 votos favoráveis e 131 votos contrários. O projeto que altera as regras da aposentadoria dos trabalhadores precisa agora passar pela segunda votação na Câmara...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados no dia 10 de julho, o texto-base da reforma da previdência obteve 379 votos favoráveis e 131 votos contrários. O projeto que altera as regras da aposentadoria dos trabalhadores precisa agora passar pela segunda votação na Câmara dos Deputados e depois segue para o senado.</div>
<div style="text-align: justify;">Uma radiografia de como votaram deputados e deputadas de cada estado na reforma da Previdência mostra que o apoio ao projeto do governo Bolsonaro, que retira direitos dos trabalhadores sem mexer nos privilégios da elite econômica, obteve maioria dos votos em 26 das 27 bancadas. Em 20 delas, foi maior que 70%. Em 11, o “sim” superou a casa dos 80%.</div>
<div style="text-align: justify;">O estado com apoio proporcionalmente maior foi Santa Catarina: 94% dos deputados disseram “sim” ao projeto (15 votos a favor e 1 contra).</div>
<div style="text-align: justify;">O Ceará foi o único lugar onde a bancada se dividiu ao meio, com 11 votos para cada lado. Em Pernambuco também houve relativo equilíbrio, com 11 votos pelo “não” e 14 pelo “sim” (56%).</div>
<div style="text-align: justify;">Confira abaixo como votou cada deputado federal catarinense.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Angela Amin (PP) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Carlos Chiodini (MDB) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Carmen Zanotto (Cidadania) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Caroline de Toni (PSL) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Celso Maldaner (MDB) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Coronel Armando (PSL) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Daniel Freitas (PSL) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Darci de Matos (PSD) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Fabio Schiochet (PSL) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Geovania de Sá (PSDB) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Gilson Marques (NOVO) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Hélio Costa (PRB) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Ricardo Guidi (PSD) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Rodrigo Coelho (PSB) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Rogério Peninha Mendonça (MDB) – SIM</div>
<div style="text-align: justify;">Pedro Uczai (PT) – NÃO</p>
<p>Principais mudanças da Reforma da Previdência</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-4058" src="https://secfloripa.org.br/wordpress_a/wp-content/uploads/2019/07/reformaoquemuda.jpg" alt="" width="749" height="940" srcset="https://secfloripa.org.br/wordpress_a/wp-content/uploads/2019/07/reformaoquemuda.jpg 749w, https://secfloripa.org.br/wordpress_a/wp-content/uploads/2019/07/reformaoquemuda-239x300.jpg 239w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></div>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Freforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados%2F&amp;linkname=Reforma%20da%20Previd%C3%AAncia%20aprovada%20em%20primeiro%20turno%20da%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Freforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados%2F&amp;linkname=Reforma%20da%20Previd%C3%AAncia%20aprovada%20em%20primeiro%20turno%20da%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Freforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados%2F&amp;linkname=Reforma%20da%20Previd%C3%AAncia%20aprovada%20em%20primeiro%20turno%20da%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Freforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados%2F&amp;linkname=Reforma%20da%20Previd%C3%AAncia%20aprovada%20em%20primeiro%20turno%20da%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Freforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados%2F&amp;linkname=Reforma%20da%20Previd%C3%AAncia%20aprovada%20em%20primeiro%20turno%20da%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Freforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados%2F&#038;title=Reforma%20da%20Previd%C3%AAncia%20aprovada%20em%20primeiro%20turno%20da%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados" data-a2a-url="https://secfloripa.org.br/reforma-da-previdencia-aprovada-em-primeiro-turno-da-camara-dos-deputados/" data-a2a-title="Reforma da Previdência aprovada em primeiro turno da Câmara dos Deputados"></a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Campanha do MPT ressalta importância de sindicatos na conquista de direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 07:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
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					<description><![CDATA[“Conheça quem te representa” é o mote da campanha do Ministério Público do Trabalho que divulga as conquistas dos sindicatos para os trabalhadores e denuncia o aumento de prática antissindicais das empresas O Ministério Público do Trabalho (MPT) lançou a campanha ‘Maio Lilás: Conheça quem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>“Conheça quem te representa” é o mote da campanha do Ministério Público do Trabalho que divulga as conquistas dos sindicatos para os trabalhadores e denuncia o aumento de prática antissindicais das empresas</h3>
<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) lançou a campanha ‘Maio Lilás: Conheça quem te representa’ com o objetivo de lembrar à classe trabalhadora a importância das ações e práticas de sindicatos atuantes e combativos que resultam em conquistas de direitos.</p>
<p>Os direitos trabalhistas, como férias e jornada de 44 horas semanais, não são dados por empresários que acham que os trabalhadores e as trabalhadoras merecem. Pelo contrário, se não tiver luta e uma atuação sindical forte e combativa não há conquista direito.</p>
<p>É isso que mostram os números divulgados pela campanha do MPT. Entre 2012 e 2017 foram registradas mais de 53 mil convenções coletivas de trabalho, que conquistaram melhoras na remuneração, na contratação, nas condições e relações de trabalho, saúde e segurança do trabalhador e jornada, entre outros direitos.</p>
<p>Por meio das convenções coletivas e de paralisações e greves necessárias para forçar os empresários a fecharem acordos, os sindicatos têm garantido inúmeros direitos aos trabalhadores de diversas categorias.</p>
<p>Porém, desde o golpe de 2016, que tirou do poder a presidenta  Dilma Rousseff, legitimamente eleita, a <strong>economia </strong>do país desandou, <strong>as taxas de desemprego</strong> dispararam, a inflação segue aumentando mês a mês <strong>derrubando o poder de compra</strong> de quem ainda está empregado e a luta dos sindicatos, na maioria das vezes, tem sido para não perder o emprego ou para garantir os direitos conquistado.</p>
<p>Segundo o Sistema de Acompanhamento de Greves (SAG) do Dieese, a maioria das greves registradas em 2018 (82%) tinha caráter defensivo, ou seja, os trabalhadores tiveram de cruzar os braços para não perder direitos e até mesmo para garantir o recebimento de pagamentos, como salário, férias, 13º ou vale salarial.</p>
<p>O capital tem como objetivo tirar, diminuir ou flexibilizar direitos para aumentar ainda mais seus lucros, especialmente quando temos um governo de extrema direita mais afinado com os empresários do que com a classe trabalhadora, como é o caso de Jair Bolsonaro (PSL), afirma a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa.</p>
<p>Para ela, a campanha do MPT é importante neste momento em que o governo de Bolsonaro e seus aliados, empresários e banqueiros, querem retirar direitos e aniquilar o movimento sindical.</p>
<p>“Essa campanha do MPT é muito importante para fortalecer nossas organizações e conseguirmos resistir a essas maldades deste governo e voltar a conquistar mais direitos, principalmente com a chegada da indústria 4.0 que mudará as relações do trabalho”, afirmou Graça, que complementa: “Nunca um sindicato teve tanta importância como nos dias de hoje”.</p>
<p>O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, concorda com Graça, e diz também que esta campanha do MPT pode ajudar  a sociedade a entender ou relembrar que houve luta dos sindicatos para cada uma das conquistas da classe trabalhadora.</p>
<p>“É importante que os trabalhadores e as trabalhadoras saibam que tudo que eles têm hoje de direitos foi fruto de muito trabalho, ação sindical e militância das entidades combativas. Muitos companheiros nossos tombaram reivindicando estas conquistas”.</p>
<blockquote class="dd-blockquote" style="padding-left: 90px;">
<p><strong>“Nada veio de mão beijada, tudo foi fruto de muita luta”</strong></p>
<p><strong>– Valeir Ertle</strong></p>
<p> </p>
<footer></footer>
</blockquote>
<p> </p>
<h3><strong>Ataques aos direitos e ao movimento sindical</strong></h3>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-3841" style="float: left;" src="http://www.secsj.org.br/wp-content/uploads/2019/05/systemuploadsckimagem20maio20lilas-737x410xfit-668d0-300x167.jpg" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="http://www.secsj.org.br/wp-content/uploads/2019/05/systemuploadsckimagem20maio20lilas-737x410xfit-668d0-300x167.jpg 300w, http://www.secsj.org.br/wp-content/uploads/2019/05/systemuploadsckimagem20maio20lilas-737x410xfit-668d0.jpg 737w" alt="" width="300" height="167" />O trabalho sindical nunca foi fácil, mas tem ficado pior desde a aprovação da <a href="https://www.cut.org.br/noticias/cut-explica-porque-reforma-trabalhista-e-desastre-completo-para-o-trabalhador-e598"><strong>reforma Trabalhista</strong></a>, que alterou os tipos de contratos de trabalho, aumentando o bico, precarizando as condições de trabalho e renda.</p>
<p>Desde então, segundo o próprio levantamento do MPT, é que as condutas antissindicais praticadas pelos empresários vêm aumentando.</p>
<p>Ao todo, em 2018 foram 8.151 denúncias registradas no MPT na área da liberdade e organização sindical. O tema motivou a abertura de pelo menos 1.277 procedimentos de mediação, o ajuizamento de 358 ações e a celebração de 295 termos de ajustamento de conduta.</p>
<p>E a tendência é piorar. Agora, com governo de Bolsonaro, os ataques aos direitos da classe trabalhadora e contra os sindicatos têm se intensificado. Além da proposta de reforma da Previdência, que se for aprovada vai acabar com o direito de se aposentar de milhões de trabalhadores e trabalhadoras, Bolsonaro editou a <a href="https://rj.cut.org.br/noticias/nota-da-cut-nacional-sobre-mp-873-2019-c14c"><strong>Medida Provisória (MP) 873</strong></a>, que aniquila o financiamento sindical e tem como objetivo enfraquecer os sindicatos na luta por direitos e facilitar ainda mais a vida dos empresários.</p>
<p>Os ataques ao movimento sindical não vão frear os trabalhos da CUT e de seus sindicatos, como querem Bolsonaro e seus amigos empresários, diz Valeir.</p>
<p>“Vamos continuar na luta por melhores condições de trabalho e salário. Temos que nos fortalecer para enfrentar os desafios que virão com este governo de patrão e continuaremos firmes na luta e não ficaremos sossegados enquanto não derrotarmos esta reforma da Previdência que quer detonar ainda mais nossos direitos”, finalizou o secretário de Assuntos Jurídicos.</p>
<p>“O trabalhador precisa entender a importância do seu sindicato para confrontar este projeto internacional que quer empobrecer e explorar ainda mais a classe trabalhadora. Só juntos conseguiremos vencer”, complementa Graça.</p>
<p><em>Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Érica Aragão | Foto: Imagem ilustrativa da Campanha do MPT</em></p>
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		<title>OAB: Justiça do Trabalho é &#8216;imprescindível&#8217; para garantir direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 15:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[oab]]></category>
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					<description><![CDATA[Conselho Federal e Colégio de Presidentes da Ordem afirmam que extinção de um &#8220;ramo fundamental&#8221; do Judiciário pode prejudicar toda a sociedade A Justiça do Trabalho &#8220;é imprescindível para a efetivação de direitos consagrados na Constituição Federal&#8221;, afirmam em nota o Conselho Federal da Ordem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="nitfSubtitle">Conselho Federal e Colégio de Presidentes da Ordem afirmam que extinção de um &#8220;ramo fundamental&#8221; do Judiciário pode prejudicar toda a sociedade</h3>
<p>A Justiça do Trabalho &#8220;é imprescindível para a efetivação de direitos consagrados na Constituição Federal&#8221;, afirmam em nota o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Colégio de Presidentes de Seccionais. &#8220;A OAB alerta para o prejuízo que propostas de extinção de um ramo fundamental da Justiça pode trazer a toda a sociedade&#8221;, acrescentam. A manifestação refere-se à possibilidade, admitida pelo presidente Jair Bolsonaro, de extinção desse ramo do Judiciário.</p>
<p>&#8220;Neste momento marcado por crise econômica, é preciso defender e valorizar a existência de uma Justiça dedicada a solucionar conflitos e orientar as condutas no mundo do trabalho. Longe de ser empecilho ao desenvolvimento econômico do país, a Justiça do Trabalho atua para garantir a paz social de milhares de trabalhadores e contribui para a segurança jurídica e o aperfeiçoamento nas relações com os empregadores&#8221;, afirmam as entidades da OAB.</p>
<p>Na nota, a Ordem diz ainda que o sistema de Justiça precisa de avanços. &#8220;Muitos magistrados, inclusive que atuam na área trabalhista, precisam compreender que o respeito às prerrogativas profissionais da advocacia não é apenas uma obrigação legal como também uma atitude de valorização da cidadania, que contribui para o cumprimento dos objetivos da Justiça.&#8221;</p>
<p>A entidade diz estar &#8220;à disposição&#8221; do governo para defender &#8220;eficiência no Poder Judiciário e formas para a sua modernização&#8221;, mas acrescenta que &#8220;se manterá firme na luta contra tentativas de extinção ou de fragilização da Justiça do Trabalho ou de qualquer outro ramo judicial que importe deficiência no acesso à Justiça&#8221;. </p>
<p><a href="https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2019/01/oab-justica-do-trabalho-e-imprescindivel-para-garantir-direitos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2019/01/oab-justica-do-trabalho-e-imprescindivel-para-garantir-direitos</a></p>
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		<title>Promessa do governo, MP trabalhista está prestes a caducar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 17:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida foi argumento para aprovar a toque de caixa e sem alterações o projeto que alterou a CLT e segue causando confusão jurídica Para aprovar a &#8220;reforma&#8221; trabalhista a toque de caixa no Senado, o governo prometeu editar uma medida provisória com mudanças pontuais. Tudo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Medida foi argumento para aprovar a toque de caixa e sem alterações o projeto que alterou a CLT e segue causando confusão jurídica</h3>
<p>Para aprovar a &#8220;reforma&#8221; trabalhista a toque de caixa no Senado, o governo prometeu editar uma medida provisória com mudanças pontuais. Tudo para evitar que a Casa fizesse mudanças no texto, o que obrigaria ao retorno do projeto à Câmara. Dócil, o Senado obedeceu, apesar dos protestos da oposição. A MP saiu, mas está prestes a caducar, sem ser votada. Enquanto isso, a Lei 13.467 continua causando confusões jurídicas.</p>
<p>A MP 808 altera vários itens da 13.467, que entrou em vigor em 11 de novembro, mas deixou várias dúvidas sobre sua aplicação, fazendo com que o Judiciário fosse constantemente acionado. Uma dessas dúvidas diz respeito à validade da lei, se inclui contratos assinados antes de 11 de novembro. Para o governo, sim. Essa questão deverá ser avaliada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), com tendência de se decidir pela validade só depois daquele data.</p>
<p>Durante a tramitação do projeto no Senado, os representantes do governo pressionaram pela aprovação sem alterações. O líder Romero Jucá (MDB-RR) insistiu nesse ponto, acenando com a MP. Muitos senadores, inclusive não ligados à oposição, apontavam para a necessidade de mudanças, mas mesmo assim acataram o pedido e aprovaram o texto como veio da Câmara, para que fosse sancionado por Michel Temer (MDB-SP).</p>
<p>Em seguida, veio a MP 808, cuja validade vai até 23 de abril. Depois disso, passará a valer a Lei 13.467, sem mudanças. A MP recebeu 967 emendas, mas a comissão especial mista formada para analisar o texto nem sequer se reuniu. Eleito presidente, o senado Gladson Cameli (PP-AC) renunciou. E os parlamentares não elegeram o relator.</p>
<p>Escrito por: Redação RBA</p>
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		<title>6 projetos de lei que podem mudar a vida das mulheres brasileiras em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 16:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho e Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, existem mais de 1.700 propostas ligadas aos direitos da mulher em tramitação na Câmara e no Senado. A tentativa de 18 homens para criminalizar o aborto até em casos de estupro. O fundo para a violência contra a mulher, previsto na Lei Maria da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Atualmente, existem mais de 1.700 propostas ligadas aos direitos da mulher em tramitação na Câmara e no Senado.</h3>
<p>A tentativa de 18 homens para criminalizar o aborto até em casos de estupro. O fundo para a violência contra a mulher, previsto na Lei Maria da Penha, retirado da pauta do Congresso. Rebeca Mendes e o primeiro pedido concreto de aborto legal negado pelo STF. 2017 não foi um ano fácil para as mulheres.</p>
<p>Atualmente, existem mais de 1.700 propostas ligadas aos direitos da mulher em tramitação na Câmara e no Senado. Entre elas, questões ligadas ao aborto, direito à amamentação, mercado de trabalho, representatividade na política, discriminação por gênero, etc.</p>
<p>Abaixo, selecionamos 6 propostas que tratam dessas e outras questões consideradas essenciais para as mulheres brasileiras (e que podem mudar em 2018).</p>
<h3><strong>1. O direito ao aborto e a PEC &#8216;Cavalo de Tróia&#8217;</strong></h3>
<p>A Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 181/2011 que determina que &#8220;a vida começa desde a concepção&#8221;, a fim de barrar a descriminalização do aborto no Brasil em todos os casos, deve voltar em 2018. O texto foi aprovado em uma comissão especial sobre o tema, em 8 de novembro de 2017, com 18 votos a favor, todos de homens, e um, da deputada Erika Kokay (PT-DF) contra, em uma sessão esvaziada.</p>
<p>Os integrantes do colegiado ainda precisam votar os destaques do relatório do deputado Tadeu Mudalen (DEM-SP). Porém, há divergências entre os deputados. Em dezembro, por diversas vezes as sessões foram adiadas e, ao que tudo indica, serão analisados novamente neste ano. Ainda não há data definida para a votação.</p>
<p>Um dia após a aprovação do texto-base, Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou que não irá proibir o aborto em caso de estupro, previsto no Código Penal. Maia afirmou a jornalistas que a Câmara irá ouvir juristas após a conclusão da votação dos destaques da proposta no colegiado a fim de garantir as previsões de aborto já legalizadas:</p>
<p>&#8220;Está tendo uma polêmica sobre esse tema. Tem que se tomar cuidado e analisar o texto porque tem duas posições. Uns que acreditam que o texto, de forma nenhuma, veda as excepcionalidades colocada e tem outro campo que acha que esse texto vai inviabilizar.</p>
<p>A PEC tratava originalmente da ampliação da licença-maternidade no caso de prematuros, mas propôs também a alteração de dois artigos da Constituição para definir que a &#8220;vida começa na concepção&#8221;. Por isso o apelido &#8220;Cavalo de Tróia&#8221;.</p>
<h3><strong>2. A representação proporcional de mulheres na política</strong></h3>
<p>Não é difícil perceber. Mas tanto a Câmara, quanto o Senado, nunca tiveram uma presidente mulher ao longo da história. Elas são mais da metade dos eleitores brasileiros, mas ocupam menos de 10% das vagas no Congresso Nacional. A bancada feminina tem 51 representantes na Câmara (9,94% das 513 cadeiras) e 13 no Senado (16% das 81 vagas).</p>
<p>Com a intenção de trazer equidade de gênero e garantir o lugar delas no campo da política, está em tramitação no Senado uma proposta de emenda constitucional, a PEC 38/2015, com autoria da deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), que dá nova redação ao § 1º do art. 58 da Constituição Federal, que diz que &#8220;na constituição das Mesas e de cada Comissão, é assegurada, tanto quanto possível, a representação proporcional dos partidos ou dos blocos parlamentares que participam da respectiva Casa.&#8221;</p>
<p>Com a alteração, o artigo passaria a garantir a representação proporcional de cada sexo na composição das Mesas e Comissões do Congresso Nacional, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, assegurando, ao menos, uma vaga para cada sexo. &#8220;Não tenho dúvidas de que a maior barreira é de inclusão da mulher na sociedade é o acesso ao poder&#8221;, disse Erundina em entrevista à Agência Brasil.</p>
<h3><strong>3. Pena de &#8216;importunação sexual&#8217; para o assédio</strong></h3>
<p>Após diversos casos de assédio sexual contra mulheres no transporte público, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou, em setembro de 2017, uma proposta que cria o crime de importunação sexual. A relatora, deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), incluiu na proposta original a definição do crime de importunação sexual: &#8220;praticar, na presença de alguém e sem a sua anuência, ato libidinoso&#8221;.</p>
<p>A proposta também aumenta penas para estupro e criminaliza a divulgação de cenas de abuso sexual. A medida está prevista no Projeto de Lei 5452/16, do Senado, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40).Se aprovada, a pena será de dois a quatro anos de reclusão, cumprida inicialmente em regime fechado. O PL começou a ser discutida no plenário da Câmara em dezembro, mas ainda não tem previsão de quando será votada.</p>
<h3><strong>4. A injúria por questões de gênero poderá ser crime</strong></h3>
<p>Em 2018, a injúria praticada por questões de gênero poderá ser considerada crime pelo Código Penal (CP). Projeto de lei, PLS 291/2015, de autoria da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) altera o Código Penal, incluir no crime de injúria, a utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, gênero ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.</p>
<p>Atualmente, o CP pune o ato de injuriar alguém, com ofensas à dignidade ou ao decoro da vítima, com detenção de um a seis meses ou multa. Com a PLS aprovada, a pena de reclusão será de um a três anos e multa. Segundo Gleisi, atos que desqualifiquem ou desprezem um gênero em detrimento de outro são inadimissíveis. Ela afirma em sua justificativa:</p>
<p>Sobretudo porque o tratamento igualitário de homens e mulheres é uma das bases de qualquer Estado Democrático de Direito.<br />O PLS se encontra em tramitação no Senado, se não receber recurso para análise pelo Plenário do Senado, será enviada em seguida para a Câmara dos Deputados neste ano.</p>
<h3><strong>5. Agressor reincidente, demissão por justa causa</strong></h3>
<p>Condenados pelo crime de violência doméstica e familiar que reincidirem nesta prática poderão ser demitidos por justa causa. É o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS) 96/2017. A proposta, da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), modifica o Código Penal e tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) é a relatora do projeto.</p>
<p>Segundo o PLS, &#8220;o empregado demitido por justo motivo não tem direito de receber o 13º salário, as férias proporcionais, o saque do FGTS, além da indenização da multa de 40% sobre o valor depositado no FGTS, obrigatória em demissões sem justa causa&#8221;. Na justificativa do projeto, Rose de Freitas afirma:</p>
<p>Apresento o presente PLS para que o agressor sinta no seu bolso o peso da prática de violência doméstica e familiar, uma vez que a penalidade prevista na forma da lei não é suficiente para levar a um reordenamento de postura pelo agressor.<br />Na CCJ, a matéria deve ser votada em caráter terminativo: se aprovada, pode seguir para a Câmara dos Deputados sem deliberação em plenário.</p>
<h3><strong>6. Licença paternidade de 120 dias</strong></h3>
<p>120 dias de licença paternidade. Quatro meses exercendo a função de pai, com afastamento seguro do trabalho, ao lado da mãe. É o que quer o Projeto de Lei do Senado, PLS 652/2015, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei nº 8.213/91, sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social, para estabelecer licença-paternidade de 120 dias.</p>
<p>O projeto está em tramitação no Senado. &#8220;Acreditamos firmemente que, ao igualarmos os períodos das licenças-maternidade e paternidade, estamos, a um só tempo, promovendo a igualdade de gênero no mercado de trabalho e possibilitando ao homem a vivência integral de seu papel paternal&#8221;, afirma Grazziotin, em sua justificativa.</p>
<p>Atualmente, enquanto as mães com carteira assinada têm entre quatro e seis meses garantidos para se dedicar à criação dos filhos, a maior parte dos pais na mesma situação de emprego conta com apenas cinco dias. Recentemente, um decreto ampliou a licença paternidade de funcionários públicos para 20 dias.</p>
<p><em>Escrito por: Andréa Martinelli / Huffpost</em></p>
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