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		<title>Depois de corte orçamentário e adiamentos, IBGE dá início ao Censo 2022</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 12:57:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante três meses, 183 mil recenseadores visitarão 89 milhões de endereços. A expectativa é de que a contagem some 215 milhões de pessoas &#160; O IBGE iniciou na segunda-feira (1º) a coleta domiciliar de dados para o Censo Demográfico 2022. O levantamento teve sua realização ameaçada e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante três meses, 183 mil recenseadores visitarão 89 milhões de endereços. A expectativa é de que a contagem some 215 milhões de pessoas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="http://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE </a>iniciou na segunda-feira (1º) a coleta domiciliar de dados para o Censo Demográfico 2022. O levantamento teve sua realização ameaçada e chegou a ser adiado, devido a cortes orçamentários pelo governo de Jair Bolsonaro. Durante os próximos três meses, 183 mil recenseadores visitarão 89 milhões de endereços, dos quais 75 milhões de domicílios, nos 5.570 municípios brasileiros. A expectativa é de que a contagem populacional some cerca de 215 milhões de pessoas.</p>
<p>Programado para 2020, o Censo foi adiado inicialmente devido à pandemia. Depois, por falta de recursos. Agora, marcará os 150 anos do primeiro Censo, juntamente com o bicentenário da independência. O custo é de R$ 2,3 bilhões. Mais 15 mil vagas de recenseador e recenseadora seguem abertas até quarta-feira (3).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Pedido de apoio</h3>
<p>“O Censo não é do IBGE, o Censo é do Brasil e para o Brasil. Nossa equipe visitará todos os lares brasileiros, coletando informações que serão muito relevantes para o futuro do país”, afirma o presidente do instituto, Eduardo Rios Neto. “Não deixaremos ninguém para trás, mas para isso contamos muito com o apoio da cidadã e do cidadão brasileiros.”</p>
<p>Assim, o levantamento é dividido em 452.246 setores censitários, urbanos rurais. Inclui 5.972 localidades quilombolas, 624 Terras Indígenas, 11.400 aglomerados subnormais (favelas, comunidades, palafitas) e 5.778 grupamentos indígenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Dois tipos de questionário</h3>
<p>Segundo o IBGE, serão aplicados serão aplicados dois tipos de questionário: o básico, com 26 quesitos, que de acordo com o instituto leva em torno de 5 minutos para ser respondido. Já o questionário ampliado, com 77 perguntas, leva aproximadamente 16 minutos. Esse será feito em 11% dos domicílios. O questionário pode ser respondido presencialmente, por telefone ou pela internet.</p>
<p>“De qualquer maneira, é preciso que o recenseador visite o domicílio, para captar a coordenada e fazer o contato com o morador”, diz o responsável pelo projeto técnico, Luciano Duarte. “A partir daí”, informa o IBGE, “o cidadão poderá realizar ou agendar a entrevista presencial, marcar com o recenseador uma entrevista por telefone ou optar pelo autopreenchimento via internet. Se escolher responder pela internet, o informante receberá um e-ticket, com validade de sete dias.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>De 10 milhões para 215 milhões</h3>
<p>“O primeiro Censo foi feito em 1872 para contar o saldo da Guerra do Paraguai, chegando a cerca de 10 milhões de pessoas. Hoje, 150 anos depois, temos o desafio de contar 215 milhões de pessoas, segundo indicam as estimativas populacionais”, acrescenta o diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo. “A ONU tem um conjunto de perguntas recomendadas para todos os países. Nós estamos seguindo isso e ainda acrescentando informações que são importantes para acompanhar a realidade brasileira.” Ele lembra que este será o primeiro Censo totalmente digital, em toda as fases. “As informações estão totalmente protegidas.”</p>
<p>O IBGE informa que os recenseadores estarão sempre uniformizados, com o colete do instituto, boné do Censo, crachá de identificação e o chamado Dispositivo Móvel de Coleta (DMC). Dessa forma, a identidade pode ser confirmada pelo site Respondendo ao IBGE<a href="https://respondendo.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> (respondendo.ibge.gov.br</a>) ou pelo telefone 0800 721 8181.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Só uma pessoa responde na casa</h3>
<p>Neste Censo 2022 serão solicitados os dados da pessoa que prestou as informações: nome, telefone, e-mail e CPF. “O CPF nos ajuda a melhorar a qualidade de cobertura da operação”, diz Duarte. Apenas uma pessoa do domicílio responderá por todos os residentes.</p>
<p>Em caso de recusas ou ausência do morador, o IBGE afirma ter uma estratégia de contingência. “Caso o recenseador não encontre o morador na primeira visita, ele deixará um recado e/ou tentará o contato por telefone, quando houver essa informação no DMC. Além disso, o recenseador deverá retornar ao domicílio, no mínimo, mais quatro vezes, sendo que uma obrigatoriamente em turno alternativo.” Depois que o recenseador encerra a coleta no setor censitário, o supervisor retornará nos domicílios com morador ausente ou com recusa expressa e entregará uma carta de notificação. É a última tentativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Rede Brasil Atual | Escrito por: Redação RBA | Foto: IBGE</em></p>
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		<title>Desemprego recua para 10,5%, mas salários são menores e aumentam os &#8216;sem carteira&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 12:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Número de trabalhadores que conseguiu emprego sem carteira assinada no setor privado, portanto sem direitos, foi o maior da série história do IBGE, e os salários encolheram 7,9% no ano &#160; A taxa de desemprego no Brasil recuou de 11,20% para 10,5% no trimestre encerrado em abril,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Número de trabalhadores que conseguiu emprego sem carteira assinada no setor privado, portanto sem direitos, foi o maior da série história do IBGE, e os salários encolheram 7,9% no ano</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A taxa de <strong>desemprego</strong> no Brasil recuou de 11,20% para 10,5% no trimestre encerrado em abril, mas ainda atinge 11,3 milhões de <strong>trabalhadores</strong>, os salários são menores e milhões foram contratados pela iniciativa privada sem carteira assinada, portanto, sem direito a férias, 13º e outros benefícios garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (<strong>CLT</strong>), segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com o IBGE, quase 39 milhões de trabalhadores estão na informalidade, o que contribui para a queda da taxa de desemprego, mas não para melhora de vida.</p>
<p>“Sem um projeto de retomada do crescimento com justiça social e direitos, a retomada do mercado de trabalho pós pandemia ocorre em bases ainda piores do que as registradas pré-pandemia, que já não era nenhuma maravilha”, afirmou a técnica da subseção da <strong>CUT</strong> Nacional do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (<strong>Dieese</strong>), Adriana Marcolino.</p>
<p>De acordo com a técnica, os dados mostram que aquelas pessoas que saíram da força de trabalho durante a fase aguda da pandemia, pela impossibilidade de sequer poder procurar uma nova oportunidade, retornaram. No entanto, ressalta, o número de pessoas ocupadas trabalhando na informalidade cresceu de 36,3 milhões para 41,2 milhões =  42,7% do total de pessoas trabalhando.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p><strong>Em cada 10 pessoas, cerca de 4 estão na informalidade.</strong></p>
<footer><strong>&#8211; Adriana Marcolino</strong></footer>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira os números da Pnad Contínua:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rendimento cai quase 8%</strong></p>
<p>O rendimento real habitual dos trabalhadores caiu 7,9% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e ficou em R$ 2.569. Segundo o IBGE, ficou estável em relação trimestre anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recorde dos sem carteira</strong></p>
<p>O número de trabalhadores e trabalhadoras <strong>sem carteira </strong>assinada no setor privado atingiu a marca de 12,5 milhões, o maior da série história do IBGE iniciada em 2012. Só este ano, aumentou em 20,8% (2,2 milhões) o total de trabalhadores sem carteira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informalidade</strong></p>
<p>A taxa de informalidade recuou para 40,1% da população ocupada (96,5 milhões de pessoas), contra 40,4% no trimestre anterior, mas ainda ficou acima da registrada no mesmo período do ano passado (39,3%). <strong>38,7 milhões de trabalhadores brasileiros são informais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Trabalhadores por conta própria</strong></p>
<p>O número de trabalhadores por conta própria (25,5 milhões de pessoas) manteve-se estável frente aos 3 meses anteriores, mas subiu 7,2% (mais 1,7 milhão de pessoas) em 1 ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Trabalhadores com carteira</strong></p>
<p>O total de trabalhadores <strong>com carteira</strong> de trabalho assinada somaram 35,2 milhões, subindo 2% (mais 690 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 11,6% (mais 3,7 milhões) na comparação anual. Segundo o IBGE, é o maior contingente com carteira desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outros números:</strong></p>
<ul>
<li>população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) manteve-se estável em 3 meses e caiu 5,3% (menos 3,6 milhões de pessoas) na comparação anual;</li>
<li>população subutilizada foi estimada em 26,1 milhões de pessoas, queda de 6% (menos 1,7 milhões) frente ao trimestre anterior;</li>
<li>número de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas somou 6,6 milhões de pessoas, um recuo de 5,3% (menos 369 mil pessoas) em 3 meses;</li>
<li>número de brasileiros em desalento (pessoas que desistiram de procurar trabalho) somou 4,5 milhões, queda de 6,4% em relação ao trimestre anterior.</li>
<li></li>
</ul>
<p>Na análise que fez da pesquisa, a técnica do Dieese destacou alguns dados. O Brasil registrou 172,8 milhões de pessoas com 14 anos ou mais, distribuídas em:</p>
<p>. 107,9 milhões na força de trabalho (+5,1%) &#8211; todas que estão trabalhando + quem está procurando um emprego.</p>
<p>. 65 milhões fora da força de trabalho (-5,3%) &#8211; todas que não trabalham porque não precisam, ou porque estudam, ou porque são aposentades ou porque sequer tem condições para procurar um novo emprego.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Das 9 milhões de ocupações a mais em 1 ano (saiu de 87,5 milhões para 96,5 milhões), quase 5 milhões foram ocupações informais, sem direitos trabalhistas, previdenciários e sindicais&#8221;, concluiu Adriana Marcolino.</p>
<p>Mais informações no <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/33917-pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-10-5-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-22-5-no-trimestre-encerrado-em-abril" target="_blank" rel="noopener">site do IBGE.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/desemprego-recua-para-10-5-mas-salarios-sao-menores-e-aumentam-os-sem-carteira-d5f2?fbclid=IwAR2fPRnGlegdot80rBDX5r8q2JpttX-LkOQ-FQ1rLx3IOQvjb4nOrAAvwWY" target="_blank" rel="noopener">CUT Brasil</a></em><br />
<em>Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz | Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias</em></p>
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		<title>DESALENTO &#8211; 4,8 milhões de desempregados já deixaram de buscar trabalho, diz IBGE</title>
		<link>https://secfloripa.org.br/desalento-4-8-milhoes-de-desempregados-ja-deixaram-de-buscar-trabalho-diz-ibge/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2019 14:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego e Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Últimos dados sobre emprego no Brasil mostram que, das 13,4 milhões de pessoas sem emprego, 37,8% desistiram da procura O número de pessoas aptas ao trabalho mas sem emprego no Brasil superou a marca dos 13,4 milhões no primeiro trimestre de 2019. Isso significa dizer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Últimos dados sobre emprego no Brasil mostram que, das 13,4 milhões de pessoas sem emprego, 37,8% desistiram da procura</h3>
<p>O número de pessoas aptas ao trabalho mas sem emprego no Brasil superou a marca dos 13,4 milhões no primeiro trimestre de 2019. Isso significa dizer que 12,7% dos brasileiros e brasileiras estão desempregados. Os dados atualizados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última terça (30).</p>
<p>&#8220;Os dados confirmam o indicativo do aumento do número do desemprego. Talvez o mais importante seja o volume desse aumento de desocupados. São 1,2 milhões de pessoas, comparando com o trimestre anterior. A taxa aumentou mais de um ponto percentual, o que é muito significativo em um primeiro trimestre&#8221;, comenta Patrícia Pelatieri, coordenadora de pesquisas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p>Uma análise mais aprofundada sobre os dados do IBGE revela outros recortes que permitem avaliar a evolução do cenário laboral brasileiro: 6,8 milhões de pessoas estão subocupadas. Tratam-se, em geral, de trabalhadores informais ou que se dedicam aos chamados bicos, trabalhando menos horas do que poderiam.</p>
<p>O sociólogo Ricardo Antunes, um dos maiores estudiosos brasileiros sobre o mundo do trabalho, explicou em entrevista ao Brasil de Fato que este tipo de trabalho, informal, intermitente é a &#8220;antessala do desemprego&#8221;.</p>
<p>Os números apontam também para um grupo crescente de trabalhadores desalentados, ou seja, desempregados que deixaram de procurar emprego, cresceu 3,9% no último trimestre. No total, 180 mil pessoas desistiram de encontrar um trabalho, somando 4,8 milhões de brasileiros.</p>
<p>Antunes interpreta que a condição de desalento não significa que o trabalhador ou a trabalhadora não queira mais buscar emprego porque não precisa. &#8220;Eles não buscam mais emprego porque estão fazendo isso há um, dois anos. Para buscar emprego você tem que acordar cedo, ter dinheiro para condução, para alimentação. É muito custoso&#8221;, analisa.</p>
<p>Somados os trabalhadores sub-ocupados, os trabalhadores que poderiam trabalhar mas não o fazem por diversos motivos – uma mãe que não pode trabalhar por ter que cuidar de um filho pequeno sem acesso a creche, por exemplo – e os trabalhadores desalentados, o Brasil atingiu o recorde de 28,3 milhões de pessoas classificadas pelo IBGE como subutilizadas.</p>
<p>&#8220;É muito preocupante olhar esse quadro, principalmente ao verificarmos o perfil dos desalentados, dos sub-ocupados e desempregados. São, em sua maioria, mulheres jovens entre 18 e 24 anos. Trabalhadores de ocupações elementares, com baixa escolaridade. Estamos falando de um empobrecimento da classe trabalhadora muito significativo&#8221;, alerta Pelatieri.</p>
<p>De acordo com Antunes, a criação de bolsões de desempregados é servil ao sistema capitalista. Sobretudo no cenário atual, em que as políticas sociais estão em retração, e com os efeitos da reforma trabalhista, tornando trabalhadores cada vez mais reféns às condições degradantes impostas pelos empregadores.</p>
<p>&#8220;O desemprego é o flagelo mais brutal. E cada vez mais esse bolsão de desempregados se confunde com o bolsão de subempregados, de informais intermitentes, porque todos esses vivenciam muitos horários de suas vidas em que deveriam trabalhar para sobreviver, na condição real de desemprego&#8221;, concluiu Antunes.</p>
<p><em>Fonte: Brasil de Fato | Escrito por: Redação | Colaboração Lu Sudré e Rodrigo Chagas | Edição: Rodrigo Chagas | Foto: José Cruz / Agência Brasil</em></p>
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