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	<description>Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis</description>
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		<title>Com 67,01% de alta em 12 meses, o café lidera  o ranking dos alimentos mais caros</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 13:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
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					<description><![CDATA[Tomate, (+55,62%), batata inglesa (+54,3%) e cebola (+48,93%) seguem o líder de perto &#160; A inflação desacelerou em maio (+0,47%), mas os preços dos alimentos que acumulam altas há 12 meses não caíram o suficiente para aliviar o bolso dos consumidores que estão pagando 67,01% a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Tomate, (+55,62%), batata inglesa (+54,3%) e cebola (+48,93%) seguem o líder de perto</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inflação desacelerou em maio (+0,47%), mas os preços dos alimentos que acumulam altas há 12 meses não caíram o suficiente para aliviar o bolso dos consumidores que estão pagando 67,01% a mais pelo café moído, o líder no ranking dos preços altos, seguido de perto pelo tomate (+55,62%), pela batata inglesa (+54,3%) e cebola (+48,93%), entre outros produtos da cesta básica que estão pela hora da morte.</p>
<p>De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta quinta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o preço da cenoura, por exemplo, caiu -24,07 em maio, mas a alta acumulada no ano é de 90,07% e em doze meses de 116,37%.</p>
<p><a href="https://www.cut.org.br/noticias/inflacao-desacelara-em-maio-mas-acumula-alta-de-11-73-em-12-meses-e-pesa-no-bols-ac11" target="_blank" rel="noopener">Inflação desacelara em maio, mas acumula alta de 11,73% em 12 meses e pesa no bolso</a></p>
<p>O mesmo aconteceu com o tomate que caiu -23,72% em maio, mas acumula alta no ano de 13,56% e em 12 meses de 55,62%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira os produtos da cesta básica que mais subiram em 12 meses:</strong></p>
<p>&#8211; Café moído: 67,01%</p>
<p>&#8211; Tomate: 55,62%</p>
<p>&#8211; Batata-inglesa: 54,3%</p>
<p>&#8211; Cebola: 48,93%</p>
<p>&#8211; Açúcar refinado: 35,74%</p>
<p>&#8211; Óleo de soja: 31,25%</p>
<p>&#8211; Leite longa vida: 29,28%</p>
<p>&#8211; Farinha de trigo: 27,8%</p>
<p>&#8211; Frango em pedaços:  22,71%</p>
<p>&#8211; Feijão carioca: 19,03%</p>
<p>&#8211; Frango inteiro: 17,81%</p>
<p>&#8211; Pão francês: 15,59%</p>
<p>&#8211; Manteiga: 12,34%</p>
<p>&#8211; Arroz: 10,27%</p>
<p><strong>Confira o que mais subiu desde janeiro:</strong></p>
<p>&#8211; Cenoura: 90,07%</p>
<p>&#8211; Batata-inglesa: 61,38%</p>
<p>&#8211; Cebola: 59,49%</p>
<p>&#8211; Feijão carioca: 28,46%</p>
<p>&#8211; Leite longa vida: 28,03%</p>
<p>&#8211; Óleo de soja: 22,54%</p>
<p>&#8211; Café moído: 14,63%</p>
<p>&#8211; Tomate: 13,56%</p>
<p>&#8211; Pão francês: 11,71%</p>
<p>&#8211; Manteiga: 9,21%.</p>
<p>Com informações <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/c3709b49819201c2f2a439e4d959d842.pdf">do site do IBGE. </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/com-67-01-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros-c04b" target="_blank" rel="noopener">CUT Brasil</a> | Escrito por: Marize Muniz | Fotos: Roberto Parizotti (Sapão) &#8211; Montagem: André Accarini</em></p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros%2F&amp;linkname=Com%2067%2C01%25%20de%20alta%20em%2012%20meses%2C%20o%20caf%C3%A9%20lidera%20%20o%20ranking%20dos%20alimentos%20mais%20caros" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros%2F&amp;linkname=Com%2067%2C01%25%20de%20alta%20em%2012%20meses%2C%20o%20caf%C3%A9%20lidera%20%20o%20ranking%20dos%20alimentos%20mais%20caros" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros%2F&amp;linkname=Com%2067%2C01%25%20de%20alta%20em%2012%20meses%2C%20o%20caf%C3%A9%20lidera%20%20o%20ranking%20dos%20alimentos%20mais%20caros" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros%2F&amp;linkname=Com%2067%2C01%25%20de%20alta%20em%2012%20meses%2C%20o%20caf%C3%A9%20lidera%20%20o%20ranking%20dos%20alimentos%20mais%20caros" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros%2F&amp;linkname=Com%2067%2C01%25%20de%20alta%20em%2012%20meses%2C%20o%20caf%C3%A9%20lidera%20%20o%20ranking%20dos%20alimentos%20mais%20caros" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros%2F&#038;title=Com%2067%2C01%25%20de%20alta%20em%2012%20meses%2C%20o%20caf%C3%A9%20lidera%20%20o%20ranking%20dos%20alimentos%20mais%20caros" data-a2a-url="https://secfloripa.org.br/com-6701-de-alta-em-12-meses-o-cafe-lidera-o-ranking-dos-alimentos-mais-caros/" data-a2a-title="Com 67,01% de alta em 12 meses, o café lidera  o ranking dos alimentos mais caros"></a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Reajuste de combustíveis impacta na inflação e corrói poder de compra das famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 06:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[familiar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[Com reflexo direito na inflação, combustíveis mais caros impactam nos preços de todos os demais produtos, bens e serviços, fazendo com que o orçamento familiar fique cada vez mais apertado. O poder de compra de trabalhadores e trabalhadoras do Brasil sofreu mais um ataque com...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Com reflexo direito na inflação, combustíveis mais caros impactam nos preços de todos os demais produtos, bens e serviços, fazendo com que o orçamento familiar fique cada vez mais apertado.</h4>
<div class="dd-m-editor">
<p>O poder de compra de trabalhadores e trabalhadoras do Brasil sofreu mais um ataque com o reajuste dos preços dos combustíveis, anunciado pela Petrobras nesta segunda-feira (5), que passa a valer já a partir desta terça-feira (6). Estão mais caros nas refinarias a gasolina (6,3%), o diesel (3,7%) e o gás de cozinha (5,9%). Desde o início do governo de Jair Bolsonaro ( ex-PSL), o gás vendido pela estatal acumula alta de 66%.</p>
<p>O aumento, que chegará em breve às bombas de combustíveis e nas distribuidoras de gás GLP, impactará na inflação que já chega a 4,13% em 2020 e 8,13% em doze meses, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Leandro Horie, explica que o impacto desse reajuste se reflete em toda a economia, o que deve puxar ainda mais para cima o índice inflacionário, e para baixo o poder de compra dos trabalhadores.</p>
<p>“O aumento dos preços é sempre problemático. Ao mesmo tempo em que aumenta o custo direto ao consumidor, como tornar mais caro encher o tanque do carro, ainda significa aumento de custos para produtores de bens e serviços, que certamente repassarão aos seus preços. Isso acaba por gerar pressão por aumentos de preços, ou inflação, tanto direta como indiretamente”, diz Leandro.</p>
<p>Os combustíveis figuram como um importante insumo produtivo nas mais diversas atividades da economia e como o seu custo tende a ser repassado para os preços dos produtos, a inflação que já está alta, tende a aumentar.</p>
<p>Preços mais altos – como alimentos e vestuário – impactam na renda das pessoas, ou seja, o orçamento familiar fica menor. É o que explica a também técnica do Dieese, Adriana Marcolino.</p>
<p>“O transporte é item presente em toda cadeia de produção. Tem impacto nos alimentos, nos remédios, vestuário, enfim, em tudo que compõe o orçamento familiar”, diz Adriana.</p>
<p><a href="https://www.cut.org.br/noticias/alto-preco-do-gas-piora-as-condicoes-de-vida-de-trabalhadores-mais-pobres-702d"><strong>Leia mais: Alto preço do gás piora as condições de vida de trabalhadores mais pobres</strong></a></p>
<h4><strong>Salário menor, custo de vida mais caro, economia estagnada</strong></h4>
<p>Inflação mais alta corrói o poder de compra. A renda das famílias é o principal componente da demanda por bens e serviços. É, em grande parte, o que faz a economia girar.</p>
<p>Por isso que quando “ tudo sobe’” e em tempos de desemprego em alta (14,7%), a ausência de reajustes salariais e os baixos rendimentos, por causa do aprofundamento da crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, o que o brasileiro ganha (quando ganha), dá cada vez menos para se sustentar.</p>
<p>“A combinação de alto custo de vida, inflação e desemprego é muito nociva para os trabalhadores. O poder de compra diminui, e por isso se vê tantas categorias que não conseguem conquistar sequer a reposição inflacionária nas negociações coletivas anuais”, diz Clovis Scherer, economista do Dieese.</p>
<p>E, com os sucessivos reajustes de combustíveis, cada vez mais a situação tende a se agravar. Clovis afirma que o cenário para os trabalhadores atualmente não está favorável. “Se alguns números sugerem que a economia esteja se recuperando, o emprego não voltou ao patamar de antes da crise da pandemia, que já não era lá muito elevado e há quem duvide que haja qualquer melhora se a atual política econômica persistir”, diz.</p>
<p>Ainda sobre o impacto do reajuste dos combustíveis para a economia, Clovis Scherer afirma que a alta das taxas de juros, usadas pelo Banco Central para combater a inflação, tendem a esfriar a geração de empregos.</p>
<p>“Por um lado, o desemprego e o desalento deixam sem renda quase 30% dos adultos. Por outro lado, a perda de poder aquisitivo dos salários afeta outros 50% a 60% da população. O que sobra é apenas uma pequena parcela que recebe rendas do capital e da propriedade da terra, mas que não têm um consumo grande o suficiente para fazer girar as rodas da economia.”</p>
<h4><strong>Reajustes não param </strong></h4>
<p>Este é o décimo-quinto aumento consecutivo no preço do gás de cozinha nas refinarias da Petrobras, após um período de queda no início da pandemia.</p>
<p>Com os novos reajustes, o preço do gás de cozinha subirá R$ 0,20 por quilo, para R$ 3,60 (ou R$ 46,80 o botijão de 13 quilos). Já gasolina e diesel subirão R$ 0,16 e R$ 0,10 por litro, para R$ 2,69 e R$ 2,81, respectivamente. Os valores incluem impostos.</p>
<p>De acordo com dados do Dieese, as famílias brasileiras comprometem, em média, 6,2% do seu orçamento com combustíveis e 1,8% com gás de cozinha e gás encanado &#8211; valores, que variam conforme o local, a renda, a composição de cada família, entre muitos outros fatores.</p>
<h4><strong>Política de preços da Petrobras</strong></h4>
<p>Com a promessa de controlar reajustes, Jair Bolsonaro até trocou o presidente da Petrobras. O general Joaquim Silva e Luna assumiu a estatal em abril deste ano. Já em sua gestão o gás de cozinha teve um aumento de 6%.</p>
<p>A gasolina e o diesel tiveram redução dos preços nas refinarias nos meses de maio e junho, mas de apenas 2%, índice três vezes menor que o reajuste desta segunda-feira, no caso da gasolina.</p>
<p>A elevação e preços é consequência da política de paridade de preços (PPI), praticada pela Petrobras desde o governo de Michel Temer (MDB-SP), que faz com os preços daqui acompanhem a variação internacional pelo dólar, mesmo o Brasil sendo produtor de petróleo.</p>
<p> <strong><em>Edição: Rosely Rocha</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/reajuste-de-combustiveis-impacta-na-inflacao-e-corroi-poder-de-compra-das-famili-31f6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.cut.org.br/noticias/reajuste-de-combustiveis-impacta-na-inflacao-e-corroi-poder-de-compra-das-famili-31f6</a><br /></em></strong></p>
</div>
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		<title>Salários em baixa e inflação em alta derrubam poder de compra dos trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 05:24:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com reajuste menores do que os índices da inflação, trabalhadores e trabalhadoras amargam queda de rendimentos enquanto enfrentam os maiores preços dos últimos 25 anos. Enquanto a inflação dispara &#8211; em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oificial, registrou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Com reajuste menores do que os índices da inflação, trabalhadores e trabalhadoras amargam queda de rendimentos enquanto enfrentam os maiores preços dos últimos 25 anos.</h4>
<p>Enquanto a inflação dispara &#8211; <a href="https://www.cut.org.br/noticias/inflacao-dispara-e-maio-registra-a-maior-alta-para-o-mes-desde-1996-8e12">em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oificial, registrou a maior alta em 25 anos</a> -, os salários encolhem e reduzem drasticamente o poder de compra dos trabalhadores e trabalhadoras, revela dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e do Salariômetro, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).</p>
<p>De acordo com o estudo, publicado pela <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/06/salarios-encolhem-com-reajustes-baixos-e-inflacao-disparada.shtml">Folha de S. Paulo</a>, pelo quarto mês seguido, mais da metade das negociações fechadas entre sindicatos e empresas nos acordos e convenções de categorias com data-base em abril resultaram em reajustes menores do que a inflação acumulada em um ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice usado como referência para essas negociações.</p>
<p>Em abril, o reajuste médio dos salários ficou em 5,6%, enquando o INPC acumulado em 12 meses até março, foi de 6,9%.</p>
<p>De janeiro a abril, a variação real média ficou negativa em 0,57% e metade dos reajustes resultou em perdas iguais ou superiores a 0,18% para os trabalhadores, segundo o Dieese.</p>
<p>Somente 12,3% das negociações fechadas no período garantiram reajustes acima da inflação. Quase seis em dez (58,7%) terminaram com índices inferiores ao da inflação, ou seja, com perda no poder de compra.</p>
<p>O setor de serviços foi o que registrou o maior número de acordos com reajuste abaixo do INPC. No primeiro quadrimestre de 2020, 71,7% das negociações não chegaram a repor as perdas da inflação. Na indústria, o percentual foi de 46,8%, e de 35,9% no comércio, segundo o Dieese.</p>
<p>A escalada da inflação deve agravar ainda mais as condições para as negociações e coincide com um período de concentração de datas-base, que é o mês de maio, quando, no dia 1º, se comemora o Dia do Trabalhador., ainda segundo a reportagem</p>
<p>As categorias que estão em negociação precisarão de reajustes de pelo menos 7,59% para compensar o INPC acumulado em 12 meses até abril.</p>
<p>Em maio, o índice chegou a 8,9% &#8211; o índice apura a variação de preços e os pesos das despesas para famílias com renda entre um e cinco salários mínimos, e é o mais usado nas negociações de reajuste.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/salarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores-778b" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.cut.org.br/noticias/salarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores-778b</a></p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fsalarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores%2F&amp;linkname=Sal%C3%A1rios%20em%20baixa%20e%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20derrubam%20poder%20de%20compra%20dos%20trabalhadores" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fsalarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores%2F&amp;linkname=Sal%C3%A1rios%20em%20baixa%20e%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20derrubam%20poder%20de%20compra%20dos%20trabalhadores" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fsalarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores%2F&amp;linkname=Sal%C3%A1rios%20em%20baixa%20e%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20derrubam%20poder%20de%20compra%20dos%20trabalhadores" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fsalarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores%2F&amp;linkname=Sal%C3%A1rios%20em%20baixa%20e%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20derrubam%20poder%20de%20compra%20dos%20trabalhadores" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fsalarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores%2F&amp;linkname=Sal%C3%A1rios%20em%20baixa%20e%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20derrubam%20poder%20de%20compra%20dos%20trabalhadores" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fsalarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores%2F&#038;title=Sal%C3%A1rios%20em%20baixa%20e%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20derrubam%20poder%20de%20compra%20dos%20trabalhadores" data-a2a-url="https://secfloripa.org.br/salarios-em-baixa-e-inflacao-em-alta-derrubam-poder-de-compra-dos-trabalhadores/" data-a2a-title="Salários em baixa e inflação em alta derrubam poder de compra dos trabalhadores"></a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Com inflação em alta e o auxílio emergencial menor, brasileiros comem menos e mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 15:33:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[covid19]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação de famílias com rendimento domiciliar inferior a R$ 1.650 chegou a 9,8% em setembro. A disparada dos preços atinge em cheio os mais pobres, como os que estão recebendo 50% a menos de auxílio Enquanto o salário ou é reduzido ou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">A taxa de inflação de famílias com rendimento domiciliar inferior a R$ 1.650 chegou a 9,8% em setembro. A disparada dos preços atinge em cheio os mais pobres, como os que estão recebendo 50% a menos de auxílio</h4>
<p>Enquanto o salário ou é reduzido ou não tem aumento real, os preços disparam e fica difícil até comprar produtos da cesta básica, como arroz, óleo de soja, carne e leite, o presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) reduziu pela metade o valor do auxílio emergencial pago a trabalhadores informais e desempregados durante a pandemia do novo coronavírus. Quando ampliou o pagamento até dezembro, Bolsonaro reduziu o valor de R$ 600 para R$ 300, contribuindo para tirar da mesa dos brasileiros vários itens básicos da alimentação.&nbsp;</p>
<p>Em outubro, a prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, atingiu 0,94%. O dobro da registrada em setembro e a maior alta para o mês em 25 anos. A comida respondeu pela metade da inflação ao consumidor, com destaques para a carne bovina (4,83%) &#8211; item de maior peso entre os alimentos -, óleo de soja (22,34%), arroz (18,48%) e leite longa vida (4,26%).</p>
<p>Segundo o boletim Focus desta terça-feira (3), publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), as estimativas para o restante do ano e para o próximo são ainda piores. Para 2020, a previsão é de até 3,02% e para 2021 até 3,11%. Isso sem contar que, para o próximo ano, não está previsto mais nenhuma parcela do auxílio emergencial.</p>
<p>“Isso é uma injustiça e um descaso porque o salário não aumenta, o auxílio diminuiu, os preços só sobem e somos obrigados a comer menos e mal para podermos sobreviver”, lamenta a trabalhadora doméstica, Quitéria da Silva Santos.</p>
<p>“A gente vai na feira numa semana e na outra o valor já subiu, e não são centavos não, é mais de um real. Os produtos que custavam três reais passaram para quatro, de quatro passa pra cinco e vai subindo desesperadamente. E quem é assalariado? O que tem o salário no mesmo valor, sem reajuste, não tem condição de se alimentar da mesma forma que se alimentava”, complementou Quitéria.</p>
<p>De acordo com a trabalhadora, ela e o marido estão sobrevivendo de cestas básicas, porque o auxílio emergencial dele diminuiu e a aposentadoria dela, de um salário mínimo, nem vem completa porque vem com os descontos de vários empréstimos consignados que fez. O que sobra é para pagar aluguel, água, luz e o gás, explica.</p>
<p>“Antes já estava difícil, quando a gente estava recebendo auxílio de R$600, e agora que diminuiu está muito mais difícil. Os alimentos que a gente considera saudáveis para certa idade, como brócolis e couve-flor, não podemos comprar e estamos vivendo mais com batata doce e ovo. E tem pessoas que nem estão conseguindo comer”, diz Quitéria.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Se este desgoverno [de Bolsonaro] quer que a gente coma capim, tá faltando bem pouco para atender o desejo dele.</p>
<footer>&#8211; Quitéria da Silva Santos</footer>
</blockquote>
<p>A taxa de inflação de famílias com rendimento domiciliar mensal inferior a R$ 1.650,00 chegou a 9,8% em setembro deste ano, três vezes superior à observada entre as famílias com rendimento superior a R$ 16.509,66 por mês, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicados pelo Estadão.</p>
<p>O preço dos alimentos sofreu um aumento de 9,75% entre janeiro e outubro de 2020. Considerados apenas os alimentos consumidos no domicílio, aqueles comprados em supermercados, o avanço de preços no ano foi de 12,69%.</p>
<p>A situação da diarista Maria Domingas Araujo Santos também ficou bem difícil depois da redução do valor do auxílio e da disparada de preços dos alimentos. E para piorar, ela não está recebendo mais a cesta básica que estava recebia no começo da pandemia.</p>
<p>“Sem trabalho e com R$ 300 de auxilio não tem como comprar quase nada no mercado e ainda tenho que pagar o aluguel. Ninguém consegue comer mais nem frango, agora só ovo e olhe lá. Está tudo um absurdo e a gente ainda sem poder trabalhar. Tá bem complicado”, disse Maria.</p>
<p>Os preços dos alimentos só voltarão a dar trégua no primeiro trimestre de 2021, quando houver uma recomposição da oferta de alimentos no País, disse ao Estadão, Maria Andréia, do Ipea.</p>
<p>“Essas famílias vão ter que ir ao mercado de trabalho para complementar essa renda, ou realmente vão ter que fazer um ajuste (no consumo). Vão ter que deixar de lado outras coisas que estão consumindo para manter os alimentos em casa. Em algumas famílias isso é possível fazer, e outras vão passar necessidades”, disse.</p>
<p><em>*Edição: Marize Muniz<br />Fonte: <a href="https://www.cut.org.br/noticias/com-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal-9a5f">https://www.cut.org.br/noticias/com-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal-9a5f</a><br /></em></p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal%2F&amp;linkname=Com%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20e%20o%20aux%C3%ADlio%20emergencial%20menor%2C%20brasileiros%20comem%20menos%20e%20mal" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal%2F&amp;linkname=Com%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20e%20o%20aux%C3%ADlio%20emergencial%20menor%2C%20brasileiros%20comem%20menos%20e%20mal" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal%2F&amp;linkname=Com%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20e%20o%20aux%C3%ADlio%20emergencial%20menor%2C%20brasileiros%20comem%20menos%20e%20mal" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal%2F&amp;linkname=Com%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20e%20o%20aux%C3%ADlio%20emergencial%20menor%2C%20brasileiros%20comem%20menos%20e%20mal" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal%2F&amp;linkname=Com%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20e%20o%20aux%C3%ADlio%20emergencial%20menor%2C%20brasileiros%20comem%20menos%20e%20mal" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fcom-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal%2F&#038;title=Com%20infla%C3%A7%C3%A3o%20em%20alta%20e%20o%20aux%C3%ADlio%20emergencial%20menor%2C%20brasileiros%20comem%20menos%20e%20mal" data-a2a-url="https://secfloripa.org.br/com-inflacao-em-alta-e-o-auxilio-emergencial-menor-brasileiros-comem-menos-e-mal/" data-a2a-title="Com inflação em alta e o auxílio emergencial menor, brasileiros comem menos e mal"></a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Renda dos trabalhadores cai 20% e inflação de alimentos aumenta</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 12:28:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Completa ausência de medidas da área econômica do governo eleva preços de produtos como óleo de soja, arroz e leite longa vida, com altas de 34,94%, 28,05% e 27,33% acumuladas no ano. O desprezo do&#160;desgoverno&#160;de Jair&#160;Bolsonaro&#160;pelas camadas mais pobres da população mantém em alta a&#160;inflação&#160;dos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<h4 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Completa ausência de medidas da área econômica do governo eleva preços de produtos como óleo de soja, arroz e leite longa vida, com altas de 34,94%, 28,05% e 27,33% acumuladas no ano.</h4>
<p>O desprezo do&nbsp;<a title="desgoverno" href="https://pt.org.br/tag/desgoverno/" target="_blank" rel="noopener">desgoverno</a>&nbsp;de Jair&nbsp;<a title="Bolsonaro" href="https://pt.org.br/tag/bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener">Bolsonaro</a>&nbsp;pelas camadas mais pobres da população mantém em alta a&nbsp;<a title="inflação" href="https://pt.org.br/tag/inflacao/" target="_blank" rel="noopener">inflação</a>&nbsp;dos alimentos, principal gasto das famílias das classes D e E. Segundo divulgou nesta quarta (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a title="IBGE" href="https://pt.org.br/tag/ibge/" target="_blank" rel="noopener">IBGE</a>), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,45% em setembro – a maior para o mês desde 2012, quando ficou em 0,48%.</p>
<p>A alta foi pressionada justamente pelos preços dos alimentos e bebidas, que subiram 1,48% no período. O maior impacto foi causado pelas altas das carnes, tomate, óleo de soja e arroz. As carnes ficaram 3,42% mais caras, e tiveram o maior impacto dentro do grupo. Também ficaram mais caros o tomate (22,53%), o óleo de soja (20,33%), o arroz (9,96%) e o leite longa vida (5,59%). Os três últimos itens acumularam altas de 34,94%, 28,05% e 27,33% no ano, respectivamente.</p>
<p>Os transportes, com alta de 3,19%, também pesaram, puxados pela gasolina, que ficou 3,19% mais cara. O óleo diesel (2,93%) e o etanol (1,98%) também apresentaram alta. Apenas o gás veicular registrou queda de 2,58%.</p>
<p>O indicador – que é considerado uma prévia da inflação oficial do país – mostrou aceleração em relação ao índice de agosto, quando ficou em 0,23%. No ano, a prévia da inflação acumulou alta de 1,35% e, em 12 meses, atingiu 2,65%.</p>
<p>O IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado no trimestre, foi para 0,98%, acima da taxa de 0,26% registrada no mesmo período de 2019.</p>
<p>Todas as regiões pesquisadas tiveram alta de preços em setembro. O maior resultado foi registrado em Goiânia (1,10%), devido às altas nos preços da gasolina (8,19%) e do arroz (32,75%). Já a menor variação foi registrada na região metropolitana de Salvador (0,18%).</p>
<p>Enquanto o ministro-banqueiro da&nbsp;<a title="Economia" href="https://pt.org.br/tag/economia/" target="_blank" rel="noopener">Economia</a>,&nbsp;<a title="Paulo Guedes" href="https://pt.org.br/tag/paulo-guedes/" target="_blank" rel="noopener">Paulo Guedes</a>, se submete à humilhação pública pelos colegas de ministério, a expectativa de inflação do mercado para este ano chega a 1,99%, segundo o relatório Focus, divulgado nesta segunda (21) pelo&nbsp;<a title="Banco Central" href="https://pt.org.br/tag/banco-central/" target="_blank" rel="noopener">Banco Central</a>. Já para o Produto Interno Bruto (<a title="PIB" href="https://pt.org.br/tag/pib/" target="_blank" rel="noopener">PIB</a>), a projeção dos analistas é de um tombo de 5,05% em 2020.</p>
<p>Em meio à alta de alimentos da cesta básica, os estoques públicos de alimentos sofreram redução de 96% na média anual, em uma década, considerando seis diferentes tipos de grãos. O arroz está entre os que mais puxaram a queda na armazenagem. Além dele, o feijão sumiu dos estoques públicos há mais de três anos, e a soja, um dos principais produtos nacionais, não é armazenada desde 2013.</p>
<p>Segundo reportagem do portal ‘UOl’, a decisão deliberada do governo de manter os estoques baixos deixa os preços dos produtos à mercê da oferta e da procura do mercado e da oscilação no valor do dólar, sem interferência do Estado. “Em 2010, havia armazenadas quase 1 milhão de toneladas do grão, volume que despencou para 21 mil toneladas —patamar mantido desde fevereiro do ano passado a até agora”, destaca a matéria.</p>
<h4>Renda do trabalhador cai 20%</h4>
<p>Ao mesmo tempo, a renda do trabalhador brasileiro caiu, em média, 20,1%, segundo a pesquisa ‘Efeitos da&nbsp;<a title="pandemia" href="https://pt.org.br/tag/pandemia/" target="_blank" rel="noopener">pandemia</a>&nbsp;sobre o&nbsp;<a title="mercado de trabalho" href="https://pt.org.br/tag/mercadodetrabalho-2/" target="_blank" rel="noopener">mercado de trabalho</a>&nbsp;brasileiro’, publicada pela Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (<a title="FGV" href="https://pt.org.br/tag/fgv-2/" target="_blank" rel="noopener">FGV</a>&nbsp;Social), que mediu pela primeira vez os efeitos da pandemia da&nbsp;<a title="Covid-19" href="https://pt.org.br/tag/covid-19/" target="_blank" rel="noopener">Covid-19</a>&nbsp;em um trimestre fechado. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem&nbsp;<a title="emprego" href="https://pt.org.br/tag/emprego-2/" target="_blank" rel="noopener">emprego</a>.</p>
<p>No segundo trimestre desde ano, período de abril a junho, a renda teve queda de R$ 1.118 para R$ 893, em comparação com o trimestre anterior. Ainda de acordo com o estudo, a comparação entre esses dois períodos também mostra que a&nbsp;<a title="desigualdade" href="https://pt.org.br/tag/desigualdade/" target="_blank" rel="noopener">desigualdade</a>, medida pelo índice de Gini, aumentou 2,82%. Tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012.</p>
<p>Os grupos que mais perderam foram os indígenas (-28,6%), analfabetos (-27,4%) e jovens entre 20 e 24 anos (-26%). O impacto da pandemia na renda da população mais pobre foi ainda maior do que na dos mais ricos. A metade mais pobre da população brasileira perdeu 27,9% da renda, em média, passando de R$ 199 para R$ 144. Enquanto isso, os 10% mais ricos perderam 17,5%, indo de R$ 5.428 para R$ 4.476.</p>
<p>“Trata-se de uma recessão excludente, onde o bolo de rendimentos cai para todos, mas com mais força entre os mais pobres”, diz o estudo. Ainda segundo a pesquisa, a queda na renda de 20,1% foi impulsionada pela redução na jornada de trabalho, que foi de 14,34%, em média, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. Ao mesmo tempo, a taxa de ocupação, que mede o nível de emprego no país, caiu 9,9%, mas poderia ter caído 22,8% se não houvesse a redução das jornadas.</p>
<h4>Bilionários ficam mais ricos</h4>
<p>Enquanto cai a renda dos trabalhadores, os bilionários aumentaram suas fortunas durante o período de pandemia, tanto na&nbsp;<a title="América Latina" href="https://pt.org.br/tag/america-latina/" target="_blank" rel="noopener">América Latina</a>&nbsp;como no mundo. Os dados são de relatório divulgado nesta quarta (23) pela Organização Internacional do Trabalho (<a title="OIT" href="https://pt.org.br/tag/oit/" target="_blank" rel="noopener">OIT</a>). E informam que a redução de horas trabalhadas em todo o mundo levou a uma “drástica” diminuição do rendimento.</p>
<p>Segundo a OIT, apenas nos três primeiros meses do ano, os rendimentos provenientes do trabalho diminuíram em torno de 10,7% em relação ao mesmo período de 2019. Isso equivale a aproximadamente US$ 3,5 bilhões (perto de R$ 19,6 bilhões, no câmbio de hoje). “Essa cifra não inclui os efeitos das medidas adotadas pelos governos para sustentar o nível de renda”, pondera a entidade. A renda do trabalho caiu principalmente em países de renda menor. Segundo a OIT, a América foi a região mais atingida, com queda de 12,1%.</p>
<p>“Ao mesmo tempo em que redobramos esforços para vencer o vírus, devemos adotar medidas para mitigar seus efeitos nos aspectos econômico, social e de trabalho”, diz o diretor geral da OIT, Guy Ryder. “Principalmente, fomentar o emprego e a atividade empresarial, e assegurar a renda.”</p>
<p>O relatório ‘Quem Paga a Conta? – Taxar a Riqueza para Enfrentar a&nbsp;<a title="Crise" href="https://pt.org.br/tag/crise/" target="_blank" rel="noopener">Crise</a>&nbsp;da Covid na América Latina e Caribe’, publicado pela Oxfam&nbsp;<a title="Brasil" href="https://pt.org.br/tag/brasil/" target="_blank" rel="noopener">Brasil</a>, segue a mesma linha. Segundo o estudo, 73 bilionários da América Latina e do Caribe aumentaram suas fortunas em US$ 48,2 bilhões (R$ 265,5 bilhões), apenas entre março e junho deste ano. No Brasil, os 42 bilionários do país aumentaram suas fortunas em US$ 34 bilhões (R$ 187,3 bilhões) no mesmo período.</p>
<p>“A Covid-19 não é igual para todos. Enquanto a maioria da população se arrisca a ser contaminada para não perder emprego, os bilionários não têm com o que se preocupar”, diz Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil.</p>
<p>A entidade está revendo suas estimativas, considerando perdas maiores que as previstas inicialmente. Do quarto trimestre de 2019 para o segundo deste ano, por exemplo, calcula-se redução de 17,3% nas horas trabalhadas. É o equivalente a 495 milhões de empregos de jornada completa (48 horas semanais). Antes, previa-se retração de 14% (400 milhões).</p>
<p>Também se preveem quedas nos terceiro e quarto trimestres. “Um dos motivos (sobre a nova estimativa de retração) é que os trabalhadores nas economias em&nbsp;<a title="desenvolvimento" href="https://pt.org.br/tag/desenvolvimento-2/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento</a>&nbsp;e emergentes, em particular no setor informal, têm sido muito mais atingidos do que em crises anteriores”, afirma a entidade.</p>
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