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	<description>Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis</description>
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		<title>Propaganda de Temer omite perda de emprego com carteira</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2018 10:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo anuncia &#8220;volta&#8221; dos empregos, mas só divulga parte dos dados. Em dois anos, país perdeu postos de trabalho com carteira assinada. E taxa de desemprego subiu Em cerimônia para enaltecer os &#8220;feitos&#8221; de seu governo em dois anos, Michel Temer anunciou que a &#8220;modernização&#8221;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Governo anuncia &#8220;volta&#8221; dos empregos, mas só divulga parte dos dados. Em dois anos, país perdeu postos de trabalho com carteira assinada. E taxa de desemprego subiu</h3>
<p>Em cerimônia para enaltecer os &#8220;feitos&#8221; de seu governo em dois anos, Michel Temer anunciou que a &#8220;modernização&#8221; trabalhista era uma grande conquista e disse que os empregos estavam de volta. Só que citou apenas dados deste ano, que de fato são positivos. Mas, em sua gestão, houve <a class="internal-link" title="" href="http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2018/04/alta-do-emprego-formal-inclui-trabalho-parcial-ou-intermitente" target="_blank" rel="noopener noreferrer">perda de postos de trabalho com carteira assinada</a></p>
<p>Em março deste ano, último dado disponível, o estoque do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, era de 38.072.395 trabalhadores formais. Em igual mês de 2016, o estoque chegava a 38.911.497 – diferença, para menos, de 829.102 empregos com carteira. </p>
<p>O governo, na propaganda, fala no período maio de 2016 a maio de 2018. Se for considerado o estoque de maio, dois anos atrás, a comparação também é negativa: 38.789.289, menos 716.894 em relação a março último.</p>
<p>O estoque também diminuiu depois da &#8220;modernização&#8221;, forma como o governo se refere à &#8220;reforma&#8221; da legislação trabalhista, aprovada a toque de caixa no Congresso Nacional. Em novembro, quando a Lei 13.467 entrou em vigor, eram 38.207.979 postos de trabalho formais. Até março, são menos 135.584 vagas. Como diz o slogan oficial, o Brasil voltou, mas para trás.</p>
<p>Temer disse ainda, em seu discurso, ter &#8220;estancado&#8221; o desemprego. A taxa nacional de desemprego no trimestre encerrado em maio de 2016 foi de 11,2%. O índice em março deste ano atingiu 13,1%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.</p>
<p>Em junho daquele ano, o número de desempregados era estimado em 11,586 milhões. Em março último, eram 13,689 milhões.</p>
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		<title>BC atua como sindicato dos banqueiros enquanto povo perde emprego e renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2018 04:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[perda de direitos]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[Imunes ao ajuste fiscal do governo Temer, que destrói direitos da população, os ricos e privilegiados patrocinam a mídia para acobertar o desastre A gravíssima recessão que atingiu a economia brasileira produziu efeitos muito desiguais. Para a maioria do conjunto dos setores das atividades econômicas,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Imunes ao ajuste fiscal do governo Temer, que destrói direitos da população, os ricos e privilegiados patrocinam a mídia para acobertar o desastre</h3>
<p>A gravíssima recessão que atingiu a economia brasileira produziu efeitos muito desiguais. Para a maioria do conjunto dos setores das atividades econômicas, a recessão implicou queda no nível de produção ou até mesmo redução na capacidade de produção (desinvestimento), acompanhada da redução no faturamento e na taxa média de lucro.</p>
<p class="western" align="left">Em função disso, por exemplo, setores industriais e da construção civil amargaram diminuição significativa no nível de produção e emprego de mão de obra. A participação da indústria de manufatura no Produto Interno Bruto recuou ao observado na década de 1910.</p>
<p class="western" align="left">Por outro lado, os maiores bancos no país (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil) registram elevação de 21% nos lucros que somam quase R$ 65 bilhões somente no ano passado. A atuação do Banco Central como uma espécie de sindicato dos banqueiros ajuda a entender como foi contida a queda na taxa básica de juros (Selic), sem qualquer compromisso com o emprego e renda dos brasileiros.</p>
<p class="western" align="left">A prevalência da inegável alta na taxa de juros reais também favoreceu, bem como permitiu reproduzir – ainda mais – o segmento rentista, ou seja, aqueles que vivem da aplicação de sua riqueza no sistema financeiro. No ano de 2016, por exemplo, os rendimentos financeiros alcançaram a soma de R$ 141,7 bilhões, o que equivaleu a 2,2 vezes mais do que o registrado em 2013 (R$ 65,8 bilhões), segundo informações do próprio Ministério da Fazenda.</p>
<p class="western" align="left">Para isso, o Banco Central elevou a taxa básica de juros de 7,25% no ano de 2013 para 14,25% até 2016. Ao mesmo tempo em que inibia o conjunto das atividades econômicas, produzindo a mais grave recessão entre os brasileiros, o Banco Central protegia os muito ricos com capital a desviar das atividades produtivas para as aplicações financeiras.</p>
<p class="western" align="left">Não satisfeito com o beneplácito do Banco Central aos ricos, o Ministério da Fazenda manteve intocável o atual sistema tributário regressivo, o que permitiu prosseguir com os privilégios aos detentores de fortunas no país. No ano de 2017, por exemplo, a renda advinda de lucros e dividendos que alcançou a soma de R$ 350,3 bilhões permaneceu imune ao pagamento do imposto de renda, ao contrário dos assalariados, cuja renda mensal superior a R$ 2 mil (R$ 24 mil ano) implica contribuição ao fisco.</p>
<p class="western" align="left">Trabalhadores perderam emprego, tiveram rebaixamento do nível de renda, mas o peso dos impostos sobre os mais pobres seguiu intocável pela equipe econômica do governo Temer. Assim como a elite dos servidores públicos com rendimentos anuais acima de R$ 600 mil (R$ 52,5 mil por mês), e que representa apenas 1% dos quase 5 milhões de funcionários públicos federais, seguiu detendo isenção tributária de um terço de sua renda auferida ao ano (R$ 58,7 bilhões).</p>
<p class="western" align="left">A presença de adicionais à remuneração básica, como auxílio-moradia, entre outros, constitui benefício tanto para se proteger de crises econômicas como a recessão quanto manter imune à tributação que atinge, sobretudo, os mais pobres no Brasil. A grande faixa de isenções tributárias se constitui agravante do processo de reprodução da bárbara desigualdade de renda e riqueza.</p>
<p class="western" align="left">Todo o movimento de ajuste fiscal produzido pelo governo Temer, que tem destruído direitos sociais do conjunto da população, passa à margem dos ricos e privilegiados do país. Talvez por isso que os propagandistas sustentados por bancos e meios de comunicação destacam o quanto a equipe econômica é a do sonho do mercado financeiro.</p>
<p class="sdfootnote-western" style="text-align: left;" align="justify"><span class="discreet">Marcio Pochmann é professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho, ambos da Universidade Estadual de Campinas</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/138/bc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/138/bc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda</a><br /></span></p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fbc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda%2F&amp;linkname=BC%20atua%20como%20sindicato%20dos%20banqueiros%20enquanto%20povo%20perde%20emprego%20e%20renda" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fbc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda%2F&amp;linkname=BC%20atua%20como%20sindicato%20dos%20banqueiros%20enquanto%20povo%20perde%20emprego%20e%20renda" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fbc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda%2F&amp;linkname=BC%20atua%20como%20sindicato%20dos%20banqueiros%20enquanto%20povo%20perde%20emprego%20e%20renda" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fbc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda%2F&amp;linkname=BC%20atua%20como%20sindicato%20dos%20banqueiros%20enquanto%20povo%20perde%20emprego%20e%20renda" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fbc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda%2F&amp;linkname=BC%20atua%20como%20sindicato%20dos%20banqueiros%20enquanto%20povo%20perde%20emprego%20e%20renda" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fsecfloripa.org.br%2Fbc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda%2F&#038;title=BC%20atua%20como%20sindicato%20dos%20banqueiros%20enquanto%20povo%20perde%20emprego%20e%20renda" data-a2a-url="https://secfloripa.org.br/bc-atua-como-sindicato-dos-banqueiros-enquanto-povo-perde-emprego-e-renda/" data-a2a-title="BC atua como sindicato dos banqueiros enquanto povo perde emprego e renda"></a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Fim da obrigatoriedade de homologação das rescisões traz prejuízos para trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 18:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[Com reforma trabalhista, contratos não necessitam de revisão por parte de sindicatos ou do Ministério do Trabalho. Para especialistas, situação aumenta possibilidades de perda de direitos Um novo problema que passou a ser enfrentado pelos trabalhadores formais no país, após a vigência da reforma trabalhista...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<h3 class="nitfSubtitle">Com reforma trabalhista, contratos não necessitam de revisão por parte de sindicatos ou do Ministério do Trabalho. Para especialistas, situação aumenta possibilidades de perda de direitos</h3>
<p>Um novo problema que passou a ser enfrentado pelos trabalhadores formais no país, após a vigência da <strong>reforma trabalhista</strong> (Lei 13.467/2017), é a questão da <strong>rescisão dos contratos</strong>, que deixou de ter a obrigatoriedade de revisão por parte do <strong>sindicato</strong> de cada categoria ou do <strong>Ministério do Trabalho</strong>. O tema foi objeto de críticas diversas da parte de parlamentares, sindicalistas e acadêmicos durante audiência realizada na última semana, no <strong>Senado Federa</strong>l. Para a maioria dos participantes do encontro, o fim da exigência aumenta a possibilidade de sonegação e de <strong>retirada de direitos</strong> dos brasileiros.</p>
<p>O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, Ângelo Fabiano Farias da Costa, explicou que muitos empregados e até mesmo empregadores têm procurado cartórios para fazer as rescisões. Segundo ele, a retirada desta exigência de revisão pela nova legislação deixa todos os profissionais desprotegidos.</p>
<p>&#8220;Esta semana nós fomos pegos com algumas notícias que mostram que cartórios, ou seja, cartórios comuns, que não têm qualquer tipo de especialização em rescisão contratual trabalhista, estão fazendo homologações, muitas das vezes por meio eletrônico&#8221;, explicou. &#8220;Nós sabemos que a legislação trabalhista tem diversas nuances que às vezes o trabalhador não tem o conhecimento, e para isso é fundamental a participação das entidades sindicais, para dar proteção, para saber que quando aquele trabalhador é demitido, é dispensado, vai receber as verbas que lhe são devidas.&#8221;</p>
<h3>Informalidade preocupante</h3>
<p>A pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp), Marilene Oliveira Teixeira, foi outra que declarou posição contrária à retirada da exigência. Segundo Marilene,<a class="internal-link" title="" href="http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2016/08/informalidade-numero-de-trabalhadores-sem-carteira-assinada-volta-a-subir-7367.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> a situação dos trabalhadores informais no país é cada dia mais preocupante</a> e iniciativas como essa contribuem ainda mais para a informalidade.</p>
<p>De acordo com Marilene, atualmente, dos 36 milhões de trabalhadores brasileiros, 34 milhões possuem carteira assinada e cerca de dois milhões atuam na informalidade. “Embora tenha sido apresentada como forma de gerar novos empregos, a reforma trabalhista não conseguiu abrir nenhum novo posto de trabalho”, disse. Segundo a pesquisadora, o trabalho informal, que vinha registrando queda até 2013, disparou nos últimos anos e tende a aumentar com a reforma.</p>
<p>O representante do Comando Nacional de Mobilização do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rogério Silva, que também participou do debate, chamou a atenção para a demissão sem justa causa que, a seu ver, “precisa ser revista”. “A dispensa imotivada é hoje um poder que o empregador tem sobre o empregado, algo que já não é permitido em vários países. Essa dispensa não poderia ser por puro arbítrio do empregador”, reclamou.</p>
<p>Para o senador Paulo Paim (PT-RS), que coordenou a audiência pública, a extinção da necessidade de comparecimento ao sindicato ou à superintendência do Ministério do Trabalho para homologar uma rescisão contratual abre espaço para fraudes. Paim ironizou que “daqui a pouco o trabalhador vai receber a rescisão pelo correio”.</p>
<h3>Debate mais amplo</h3>
<p>“Precisamos discutir melhor este tema, inclusive com o empresariado, para permitir o confronto de opiniões divergentes e encontrar formas que sejam mais benéficas para os trabalhadores no momento de rescisão, sem que seja observada insegurança em relação à manutenção dos seus direitos”, afirmou o senador.</p>
<p>A vice-presidenta da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Noemia Porto, destacou a necessidade de regulamentação, daqui por diante, de novas modalidades de contratos de trabalho como os trabalhos intermitente e temporário. Sua opinião é que esses contratos precários “enfraquecem os sindicatos e diminuem o poder de negociação dos trabalhadores e o respeito aos seus direitos”.</p>
<p>“Está em curso um processo de desprofissionalização dos trabalhadores e um processo de ausência de sindicalização que atinge a identidade coletiva dos trabalhadores, que é fundamental pela luta de melhor qualidade de vida e de trabalho. Você deixa de ser o engenheiro ou a cozinheira e passa a ser o PJ, o autônomo, o trabalhador intermitente”, disse a juíza, em tom de alerta.</p>
<p>Para ela, a questão influencia também em outro problema para o trabalhador, a dispensa sem justa causa. &#8220;A Constituição Federal de 1988 faz uma promessa clara aos trabalhadores, uma promessa que jamais foi cumprida, que é a promessa de entregar instrumentos, mecanismos jurídicos que, de verdade, possam proteger os trabalhadores e as trabalhadoras contra dispensa arbitrária ou sem justa causa. Quando eu adoto um regime de intermitência do trabalho, eu agrido a proteção contra a dispensa arbitrária ou sem justa causa&#8221;, apontou. &#8220;Dispensar sem dizer a razão dessa dispensa esconde práticas antissindicais, esconde práticas discriminatórias por gênero, raça, origem social, convicção religiosa ou filosófica, porque você paga um valor, dispensa e pode, em razão disso, praticar, de forma embutida, um ato discriminatório.&#8221;</p>
<p>Outra questão discutida durante o encontro foi o fato de, com a reforma trabalhista, ter sido aberta a possibilidade de <a class="internal-link" title="" href="http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2017/06/reforma-trabalhista-senador-propoe-choque-de-realidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">funcionário e patrão negociarem uma demissão de comum acordo. </a>Assim, o trabalhador que optar por essa nova forma de demissão perde o direito ao seguro-desemprego e ganha somente a metade do valor correspondente ao aviso prévio e da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A<a class="internal-link" title="" href="http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/07/cenario-aponta-no-maximo-estagnacao-economica-diz-dieese" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> nova ferramenta pode ser utilizada para coagir o trabalhador</a>, segundo participantes da audiência.</p>
<p><span class="discreet">Fonte: <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2018/02/parlamentares-magistrados-e-sindicatos-estao-preocupados-com-fim-da-fiscalizacao-das-rescisoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2018/02/parlamentares-magistrados-e-sindicatos-estao-preocupados-com-fim-da-fiscalizacao-das-rescisoes</a><br />Com informações da Agência Senado</span></p>
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