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	<description>Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis</description>
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		<title>Redução de jornada e salário pode ser prorrogada sem compensação financeira</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 05:23:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresas que reduziram salários e jornadas podem continuar com a prática após o fim do estado de calamidade pública e do período de 180 dias, previstos na MP nº 936, mas não podem suspender contratos. Os trabalhadores e trabalhadoras devem ficar atentos ao fim do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Empresas que reduziram salários e jornadas podem continuar com a prática após o fim do estado de calamidade pública e do período de 180 dias, previstos na MP nº 936, mas não podem suspender contratos.</h4>
<p>Os trabalhadores e trabalhadoras devem ficar atentos ao fim do período da validade da suspensão da redução de jornada e salários contidos na Medida Provisória (MP) nº 936, aprovada pelo Congresso Nacional e transformada na Lei nº 14.020/2020 porque se as empresas decidirem prorrogar as medidas além do prazo legal, o governo não pagará a diferença salarial. Confira seus direitos.</p>
<p><strong>Até quando as empresas podem suspender contratos de trabalho?</strong></p>
<p>Pela MP, a empresa pode suspender contratos de trabalho e reduzir salários e jornadas por, no máximo, seis meses, desde que o período de suspensão seja entre abril, quando a medida passou a valer, e 31 de dezembro deste ano, data em que termina o estado de calamidade pública provocado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).</p>
<p>É importante notar que a suspensão não pode ser de oito meses, de abril a dezembro, tem de ser de seis meses neste período determinado pela medida.</p>
<p>“Esses 180 dias podem ser alternados ou sem intervalos, porém, é preciso que seja respeitada a data de encerramento em 31 de dezembro deste ano, que o governo instituiu como o prazo final do estado de calamidade pública”, explica o advogado do Trabalho do escritório LBS, Fernando Hirsch.</p>
<p>“Se a suspensão ou redução não alcançarem os seis meses até o final do ano, a empresa não pode renovar por conta própria a medida”, complementa o advogado.</p>
<p><strong>Depois de 31 de dezembro empresas podem continuar reduzindo jornada e salários? </strong></p>
<p><strong>Nos </strong><strong>casos de redução de jornada e salários, </strong>as empresas podem propor uma prorrogação fora do prazo estabelecido na MP 936 – 31 de dezembro deste ano -, mas o trabalhador perderá renda porque não poderá mais contar com a compensação financeira garantida pela medida provisória.</p>
<p>A Medida Provisória garante aos trabalhadores que tiveram redução de jornada de trabalho de 25%, 50% ou 70%, o pagamento de parte do salário e um percentual do valor do seguro-desemprego para compensar a perda salarial. O cálculo de quanto o trabalhador vai receber, ou perder de renda, é feito com base no valor do seguro-desemprego a que cada um tem direito e o percentual de redução da jornada e do salário.</p>
<p>O trabalhador que teve jornada reduzida em 25% recebe 75% do salário pago pela empresa + 25% do valor do seguro-desemprego a que tem direito, que será pago pelo governo.</p>
<p>Quem que teve jornada reduzida em 50% recebe 50% do salário da empresa + 50% do valor do seguro-desemprego.</p>
<p>No caso do trabalhador que teve jornada reduzida em 70%, a empresa pagará&nbsp; 30% do salário e o governo 70% do valor do seguro-desemprego.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>A Constituição permite, independentemente de pandemia ou de Medida Provisória, que uma empresa reduza jornadas e salários. Mas é importante ressaltar que para isso é preciso autorização do sindicato do trabalhador, num acordo coletivo. Mas, a suspensão de contratos não poderá ser prorrogada, nem com acordos individuais, nem coletivos</p>
<footer>&#8211; Fernando Hirsch</footer>
</blockquote>
<p><strong>Empresa que suspendeu contrato pode reduzir jornada e salário?</strong></p>
<p>Uma <strong>empresa que já suspendeu contratos de trabalho por seis meses não poderá prorrogar a suspensão,</strong> mas pode reduzir a jornada e o salário quando o trabalhador voltar à atividade, sempre respeitando a decisão coletiva com negociação sindical.</p>
<p>“Se o trabalhador que ficou seis meses com contrato suspenso voltar em dezembro, no fim do estado de calamidade pública, e a empresa considerar que não vai poder arcar com seu salário integral, ela pode negociar com o sindicato a redução e jornada salarial deste mesmo trabalhador e de quantos do seu quadro funcional considerar necessário”, diz Fernando Hirsch.</p>
<p>O mesmo vale para o trabalhador que já teve alternadamente a suspensão de contrato e a redução de jornada e salários, utilizados no período de seis meses.</p>
<p>“Se o trabalhador teve redução de jornada e depois suspensão de contrato, respeitados os limites de seis meses no total, ele também poderá ter mais uma vez reduzidos os salários e jornada. Sempre reforçando que ele não terá mais a compensação financeira do seguro-desemprego e desde que seja pactuada a decisão com o seu sindicato”, finaliza Hirsch.</p>
<p>Edição: Marize Muniz</p>
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		<title>Pandemia cortou 450 mil vagas no comércio e deixou 2,5 milhões com salários reduzidos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 10:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio em geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo do Dieese aponta necessidade de ação do poder público para evitar desastre ainda maior. E lembra que a economia já vinha mal antes da crise sanitária A pandemia de coronavírus atingiu duramente o comércio, setor mais afetado com corte de vagas até agora. De...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Estudo do Dieese aponta necessidade de ação do poder público para evitar desastre ainda maior. E lembra que a economia já vinha mal antes da crise sanitária</h4>
<p>A pandemia de coronavírus atingiu duramente o comércio, setor mais afetado com corte de vagas até agora. De janeiro a maio, foram fechadas 446 mil postos de trabalho com carteira assinada, segundo levantamento do Dieese, com base no&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/tag/caged/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) (abre numa nova aba)">Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)</a>. “E boa parte dos que não foram demitidos também sofre os impactos: cerca de 2,5 milhões tiveram contratos suspensos ou jornada e salário reduzidos, conforme autorizado pela MP 936”, acrescenta o instituto, em estudo divulgado nesta quarta-feira (8).</p>
<p>O Dieese destaca ainda a própria característica do setor como agravante da situação. Aproximadamente um terço dos trabalhadores no comércio são informais. “E, com a crise do coronavírus, perderam a renda.”</p>
<p>No primeiro trimestre, o comércio concentrava 15,6 milhões de trabalhadores, entre assalariados (com e sem carteira), por conta própria e familiares. Um total de 17% dos ocupados no país, conforme estimativa do IBGE citada no estudo. Uma categoria com alto índice de informalidade e de rotatividade (64%), jornadas extensas e rendimentos baixos.</p>
<p>Entre as unidades da federação, apenas São Paulo fechou 142.300 vagas formais neste ano. Em seguida, vêm Rio de Janeiro (-55.517), Minas Gerais (-48.081) e Rio Grande do Sul (-33.310).</p>
<h4>Crédito é fundamental</h4>
<p>Na análise, o Dieese alerta para a necessidade de ação do Estado para amenizar a grave crise do setor. “Se o governo não implementar novas medidas para fazer com que o crédito chegue às micro e pequenas empresas, milhares de negócios do setor desaparecerão, deixando outros milhões de trabalhadores sem trabalho e renda”, afirma.</p>
<p>Não basta ter linha de crédito, lembra ainda o instituto. “Precisa fazer chegar às empresas”, aponta, destacando as micro e pequenas. “Essas medidas são necessárias para todos os setores. Contudo, como uma característica fundamental do comércio é o grande número de micro e pequenos estabelecimentos de caráter familiar, elas se tornam imprescindíveis para o setor.”</p>
<p>Do total de solicitações de seguro-desemprego neste ano, mais de um quarto (26%, ou 248 mil) foram de trabalhadores do comércio. Em maio, o número cresceu 36% em relação a igual mês de 2019.</p>
<h4>Crise se acentuou, mas já existia</h4>
<p>Os comércios também representam cerca de um quarto dos trabalhadores atingidos pela&nbsp;<a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.020-de-6-de-julho-de-2020-265386938#:~:text=O%20empregado%20com%20contrato%20de,%2C00%20(seiscentos%20reais)%2C" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Medida Provisória 936 (abre numa nova aba)">Medida Provisória 936</a>, que prevê redução de jornada e salários e/ou suspensão de contratos. De mais de 10 milhões, são 2,5 milhões no comércio.</p>
<p>O Dieese observa que as vendas já vinham fracas mesmo antes da pandemia, devido ao desemprego e da pouca renda disponível. Mas despencaram em abril, caindo 27% em relação a 2019.&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/vendas-comercio-tendencia-negativa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Hoje, o IBGE informou que as vendas subiram de abril para maio, mas têm queda de 7,2% na comparação anual (abre numa nova aba)">Hoje, o IBGE informou que as vendas subiram de abril para maio, mas têm queda de 7,2% na comparação anual</a>. Nesta semana, a MP 936&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2020/07/mp-reducao-salarial-senado-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="foi sancionada e tornou-se a Lei 14.020 (abre numa nova aba)">foi sancionada e tornou-se a Lei 14.020</a>.</p>
<p>O estudo do Dieese mostra que, “embaladas pelo isolamento social”, as vendas on-line têm bom desempenho. No primeiro trimestre, o faturamento cresceu 27% sobre 2019. “Tendência que já vinha sendo observada nos últimos anos, mas que se acelera e intensifica com a covid-19, aumentando o desafio para manutenção e geração de empregos no setor do comércio.”</p>
<h4>Economia enfraquecida</h4>
<p>O Dieese lembra ainda que a economia vem apresentando crescimento pífio” desde o final de 2014. No ano passado, depois de projeção inicial de 3%, o PIB fechou com apenas 1,1%. “Em 2020, apesar de mais uma vez o governo começar o ano fazendo projeções otimistas para o crescimento do PIB, na casa dos 2,5%,&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/05/pib-2019-tombo-primeiro-trimestre/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="a divulgação da queda de 1,5% no PIB no 1º trimestre (abre numa nova aba)">a divulgação da queda de 1,5% no PIB no 1º trimestre</a>&nbsp;evidenciou que o desempenho da economia já vinha aquém do esperado antes dos efeitos provocados pelo novo coronavírus. ”</p>
<p>“A pandemia encontrou uma economia enfraquecida devido à baixa taxa de investimento, elevada ociosidade, precarização do mercado de trabalho e crescimento das desigualdades sociais, em razão das políticas neoliberais implementadas desde 2016 e aprofundadas no atual governo”, afirma o Dieese.</p>
<p class="btn"><strong><a href="https://www.dieese.org.br/estudosepesquisas/2020/estPesq94CovidComercio.pdf">Confira aqui a íntegra do estudo.</a></strong></p>
<p><em>Fonte: Rede Brasil Atual | Escrito por: Vitor Nuzzi | Foto: Reprodução – Montagem RBA</em></p>
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		<title>Lei que reduz salários não trouxe garantia efetiva de emprego, critica Dieese</title>
		<link>https://secfloripa.org.br/lei-que-reduz-salarios-nao-trouxe-garantia-efetiva-de-emprego-critica-dieese/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 13:48:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Instituto relaciona pontos que considera importantes no texto e acredita que parlamento poderá derrubar alguns vetos presidenciais Tornada lei (14.020) nesta semana, a Medida Provisória 936 não trouxe garantia efetiva de emprego a todos os trabalhadores, aponta o Dieese, em nota técnica. É uma garantia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="single-the-excerpt" class="column large-12 small-12">
<div class="post-excerpt">
<h4>Instituto relaciona pontos que considera importantes no texto e acredita que parlamento poderá derrubar alguns vetos presidenciais</h4>
</div>
</div>
<p><a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.020-de-6-de-julho-de-2020-265386938" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Tornada lei (14.020)  (abre numa nova aba)">Tornada lei (14.020) </a>nesta semana, a Medida Provisória 936 não trouxe garantia efetiva de emprego a todos os trabalhadores, aponta o Dieese, em <a rel="noreferrer noopener" aria-label="nota técnica (abre numa nova aba)" href="https://www.dieese.org.br/notatecnica/2020/notaTec243lei14.020_MP936.pdf" target="_blank">nota técnica</a>. É uma garantia apenas relativa, já que o texto não proíbe demissões. “Apenas se instituiu, nesse caso, uma multa adicional para o empregador, equivalente a 50%, 75% ou 100% do salário que o trabalhador receberia durante o prazo da garantia”, comenta o instituto.</p>
<p>“Trabalhadores que não tiverem redução de jornada ou suspensão do contrato, mesmo de empresa que tenha aderido ao programa, não gozam da garantia e podem ser demitidos sem a multa adicional”, acrescenta o Dieese. A entidade lembra que o Legislativa acrescentou itens de proteção no emprego à gestante e ao trabalhador com deficiência.</p>
<p>A lei originária da MP estabeleceu as regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Segundo o governo, em torno de 12,1 milhões de trabalhadores foram atingidos pela medida. Isso inclui acordos de suspensão do contrato e/ou redução de jornada e dos salários. A predominância de acordos individuais é um dos pontos controversos do texto.</p>
<p>O Dieese lembra que a Constituição, em seu artigo 6º, estabelece que o salário é irredutível, “salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo”. Assim, acordos individuais não seriam válidos para reduzir salários. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal, que validou a MP. O STF <a rel="noreferrer noopener" aria-label="considerando que havia circunstâncias excepcionais (abre numa nova aba)" href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/06/decisao-do-stf-sobre-a-mp-936-foi-de-indole-pragmatica-avalia-gilmar-mendes/" target="_blank">considerou que havia circunstâncias excepcionais</a>. Ou seja, estado de calamidade decretado por causa da pandemia de coronavírus.</p>
<h4>Negociação individual e coletiva</h4>
<p>O texto passou por mudanças no parlamento. Na versão final, observa o Dieese na nota técnica, “a negociação coletiva passou a ser obrigatória para uma faixa intermediária de salários um pouco mais ampla, quando o acordo estabelecer redução de jornada superior a 25% e representar alguma perda financeira para o trabalhador”. Para a entidade, a prevalência de acordos individuais “tenderá a resultar em condições menos favoráveis para os trabalhadores”.</p>
<p>O instituto considera ainda um ponto importante da lei a manutenção do direito de o trabalhador incluído no programa emergencial de receber o seguro-desemprego. No caso de demissão posterior, acrescenta. “Isso garante uma proteção adicional para o trabalhador na hipótese da redução da jornada ou suspensão do contrato ser insuficiente para a travessia da crise e sobrevir uma demissão.”</p>
<p>Ao concluir a análise, o Dieese avalia que alguns vetos presidenciais poderão ser derrubados pelo Congresso, “a fim de restaurar pontos de avanço na tramitação legislativa”. E conclui afirmando que “a ausência de efetiva e generalizada garantia de emprego aos trabalhadores e trabalhadoras, independentemente de estarem incluídos no Programa ou não, continua sendo uma lacuna no conjunto de medidas emergenciais que poderiam ser adotadas”.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/lei-que-reduz-salarios-nao-trouxe-garantia-efetiva-de-emprego-critica-dieese/" target="_blank" rel="noopener">https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/07/lei-que-reduz-salarios-nao-trouxe-garantia-efetiva-de-emprego-critica-dieese/</a></p>
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		<title>Vice do TST lembra ‘mentiras da reforma trabalhista’ e critica redução de direitos em meio à pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[infomidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 11:42:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalhador]]></category>
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		<category><![CDATA[redução]]></category>
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					<description><![CDATA[Vice-presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, critica MPs que atendem patrões sem considerar proteção dos cidadão em meio à pandemia São Paulo – A pandemia deve demonstrar que é necessário retomar a ideia de proteção social em vez de flexibilizar ainda mais,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="column large-1 small-12 no-padding">
<h4>Vice-presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, critica MPs que atendem patrões sem considerar proteção dos cidadão em meio à pandemia</h4>
<p>São Paulo – A pandemia deve demonstrar que é necessário retomar a ideia de proteção social em vez de flexibilizar ainda mais, como já defendem empresários e governo. A observação é do vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. “Estamos caminhando para o precipício, para uma situação social conflituosa absolutamente dramática”, afirmou, ao participar de debate virtual promovido ontem (27) pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), respondendo perguntas de professores da instituição e de alguns ouvintes.</p></div>
<div class="large-11 small-12">
<div class="the-content">
<p>Ao citar a “reforma” trabalhista implementada em 2017, o magistrado observa que havia o discurso de que as medidas permitiriam a criação de milhões de empregos. “Qual foi a resposta empírica? O que foi prometido não foi entregue.”</p>
<p>Por isso, ele rejeita a insistência no argumento de que é preciso reduzir direitos para garantir empregos. “Não bastou a mentira da reforma? Agora vem outra?”, reage. Segundo Vieira Filho, o mercado já demonstrou que não dá conta da crise. Mais uma vez, é necessária a presença ativa do Estado.</p>
<h3>Ideário em xeque</h3>
<p>“Esse ideário neoliberal está ficando sem suporte. A pandemia colocou em xeque esse ideário, bem como a ideia da globalização”, diz o vice-presidente do TST. “Isso tudo está mostrando a fragilização desse discurso.” Durante o debate, ele usou algumas vezes a expressão <em>zombie ideas</em> (“ideias zumbi”), bastante citadas por Paul Krugman, sobre crenças que deveriam ter sido eliminadas pela evidências, mas seguem devorando cérebros, como já definiu o economista norte-americano.</p>
<p>O ministro cita Krugman e seu “choque violentíssimo” com o ideário neoliberal, “inclusive das formas de apropriação do Estado pelo capital”. E acrescenta que o chamado mercado se mostrou incapaz de solucionar as questões apresentadas pelo pandemia e a consequente crise econômica. “Um descompasso completo”, afirma.</p>
<p>Ele também critica as recentes medidas provisórias de flexibilização de direitos, como as MP 927 e 936 (<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/05/camara-marca-para-amanha-votacao-da-medida-provisoria-de-reducao-salarial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">que deve ser votada hoje na Câmara)</a>. Foram editadas de forma unilateral, lembra, sem participação dos sindicatos, que também são protagonistas do capitalismo. E desrespeitam a premissa da Organização Internacional do Trabalho sobre diálogo social. “Então, não é só uma ideia jurídica da <a href="https://www.ilo.org/brasilia/lang--pt/index.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">OIT</a>, mas uma ideia econômica também”, diz Vieira Filho.</p>
<p>As MPs, acrescenta, consideraram apenas um lado, o do empregador. Ignoram inclusive a proteção necessária para micro, pequenas e médias empresas em meio a uma pandemia, que concentram muita mão de obra. “Elas são fundamentais na economia. Precisamos proteger os vulneráveis, ou vamos criar um monopólio. Estamos acentuando o grau de concentração em todos os níveis no país, e isso é muito perigoso.”</p>
<h3>De invisíveis a essenciais</h3>
<p>Ele afirma que “quem apareceu para manter a sociedade viva”, neste momento, foram justamente os trabalhadores, em particular os da saúde, do comércio e os que trabalham por meio de aplicativos. “De invisíveis, transformaram-se em essenciais.”</p>
<p>Assim, as medidas, em vez de serem flexibilizadoras em plena pandemia, precisam assegurar proteção. “Estamos trabalhando com ideias mortas, superadas no mundo. Nós só vamos sair desse quadro se houver mais proteção social”, afirma o ministro. Para ele, os sindicatos também precisam se “reconstruir”, pensar em novas formas de organização e de comunicação, incluindo as novas modalidades de trabalhadores, como as da plataformas virtuais.</p>
<p>O ministro considera o teletrabalho, ou home office, uma tendência irremediável, que não se pode mais descartar. “Mas isso não quer dizer que signifique um trabalho em que haja uma jornada ilimitada”, ponderou. “Em vários países da Europa, essa jornada é regulamentada. É preciso uma nova regulamentação, porque esse é um veículo que veio e vai ficar definitivamente.”</p>
<p>Assim como a questão das plataformas, cuja relação tem sido controversa na Justiça do Trabalho. “Quem precifica é agente econômico, é aquele que efetivamente coordenada a relação de trabalho”, diz o ministro. Ele defende ainda uma “discussão séria” sobre redução da jornada de trabalho, para permitir maior absorção de mão de obra. Mesmo em um “processo crescente de desregulamentação e de desproteção social”, o vice-presidente do TST espera que a pandemia ajude a provocar “um novo movimento civilizatório”, considerando o tripé economia, meio ambiente e questão social.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2020/05/pandemia-protecao-social-em-vez-de-mais-flexibilizacao-mentira-reforma-trabalhista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2020/05/pandemia-protecao-social-em-vez-de-mais-flexibilizacao-mentira-reforma-trabalhista/</a></p>
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		<title>Governo quer reduzir em 90% as normas de segurança e saúde do trabalho vigentes no país</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 08:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças, que serão alvo de discussão entre patrões e empregados, começam ainda este mês O governo federal vai rever todas as Normas Regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho do país — conhecidas como NRs — com “o objetivo de simplificar as regras e melhorar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Mudanças, que serão alvo de discussão entre patrões e empregados, começam ainda este mês</h3>
<p>O governo federal vai rever todas as Normas Regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho do país — conhecidas como NRs — com “o objetivo de simplificar as regras e melhorar a produtividade “. A ideia é reduzir em 90% as normas vigentes. A informação foi confirmada por Jair Bolsonaro , em rede social.</p>
<p>“Governo federal moderniza as normas de saúde, simplificando, desburocratizando, dando agilidade ao processo de utilização de maquinários, atendimento à população e geração de empregos”, escreveu o presidente em sua conta no Twitter.</p>
<p>Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, as mudanças começam a ser realizadas em junho, com a participação tripartite de representantes da União, dos patrões e dos empregados. Ele explica que, atualmente, há 37 NRs em vigor, com 6.800 linhas distintas de atuação.</p>
<p>O governo começará a mudança pela NR 12, que trata da regulamentação de maquinário. A previsão é que a nova NR esteja pronta em junho. Ainda este ano, o governo vai fazer ajustes em mais oito NRs: 1, 2, 3, 9, 15, 17, 24 e 28.</p>
<p>— Essas normas (NR 12) afetam desde uma padaria até um forno siderúrgico, e pela sua diversidade e complexidade, impactam diretamente na produtividade das nossas empresas — afirmou Marinho.</p>
<p>Ele citou como exemplo um industrial brasileiro que, quando compra uma máquina sofisticada em outro lugar do mundo, como na Europa ou no Canadá, normalmente gasta o dobro do que pagou pelo equipamento para instalá-lo no Brasil:</p>
<p>— O que nós queremos, na verdade, é permitir um ambiente saudável, competitivo, confortável e seguro para quem trabalha e para quem produz. Para que a economia brasileira esteja à altura de outras economias em outros lugares do mundo, e que nós possamos gerar emprego, renda e oportunidade para o conjunto dos trabalhadores brasileiros, com segurança e com a preocupação com a saúde do trabalhador.</p>
<p>De acordo com Marinho, o Brasil tem hoje portarias, quase 5 mil documentos infralegais, portarias, instruções normativas e até decretos de 1940 que ainda são utilizados na fiscalização, de forma arbitrária. Além disso, não há uma uniformização dos procedimentos de fiscalização, o que resulta em ações distintas, que variam de acordo com cada estado.</p>
<p><strong>Uma morte por dia</strong> – Máquinas e equipamentos causaram 2.058 mortes de trabalhadores no Brasil, de 2012 a 2018, praticamente uma morte por dia, segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Ministério Público do Trabalho. O custo calculado é de R$ 732 milhões com aposentadorias e pensões que foram concedidas depois de acidentes com máquina.</p>
<p>— Não podemos conviver com trabalhadores sofrendo amputações e morrendo. Hoje, a NR 12 tem protocolo para evitar qualquer tipo de acidente. Cortinas de luz, requisitos de sensores, mecanismos como o da máquina de lavar que para quando a pessoa abre a porta. Mas a adequação das máquinas exige investimento. Por isso, a norma é tão criticada — afirma o procurador do Trabalho Ronaldo Lira, que participa como observador da comissão tripartite que atualiza a NR-12 continuamente.</p>
<p><strong>Regras no Brasil seguem padrão da OIT</strong>— A presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, Marcia Bandini, lembra que as normas brasileiras de segurança estão alinhadas aos padrões internacionais, que têm como referência as recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), do qual o Brasil é signatário junto com outros cerca de 200 países.</p>
<p>— Nossas normas não são demais. Estamos atrasados, por exemplo, na regulamentação dos fatores de risco psicossociais, que têm a ver com a saúde mental e já são, na Europa, os maiores incapacitantes para o trabalho. No Brasil, são a segunda causa.</p>
<p>Para Nelson Karam, supervisor do Núcleo de Políticas Públicas do Dieese, ninguém é contra desburocratização, mas teme pela segurança do trabalhador: — A pergunta que tem de ser feita é: qual é o sentido da modernização? Se a mudanças trouxerem desburocratização ninguém é contra, mas temos de verificar se elas não vão deixar o trabalhador desprotegido.</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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		<title>Sindicato alemão conquista redução de jornada para 28 horas semanais e reajuste de 4,3%</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 10:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[reajuste salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Metalúrgicos terão ainda pagamento extra correspondente a 27,5% do salário mensal Nesta terça-feira (6), o maior sindicato metalúrgico da Alemanha, o IG Mettal, fechou acordo com as principais empresas da região de Baden-Wuerttemberg, sede de indústrias como a Daimler e Porsche, e garantiu aos cerca...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="sub_title" tabindex="4">Metalúrgicos terão ainda pagamento extra correspondente a 27,5% do salário mensal</h3>
<p>Nesta terça-feira (6), o maior sindicato metalúrgico da Alemanha, o IG Mettal, fechou acordo com as principais empresas da região de Baden-Wuerttemberg, sede de indústrias como a Daimler e Porsche, e garantiu aos cerca de 900 mil trabalhadores e trabalhadoras a redução da jornada de trabalho de 35 para 28 horas semanais e um aumento salarial de 4,3%. O acordo tem validade até 31 de março de 2020.</p>
<p>De agora em diante, os metalúrgicos do setor, com pelo menos dois anos de trabalho na empresa, poderão solicitar a redução da jornada semanal de trabalho sem redução de salário por um período que pode ir de seis até 24 meses. Passado esse tempo, o trabalhador terá a garantia de retornar ao seu posto em período integral.</p>
<p>Por outro lado, as empresas poderão contratar mais trabalhadores para uma jornada de 40 horas semanais em períodos de aumento de produção para atender ao crescimento da demanda. </p>
<p>&#8220;Por muito tempo, a flexibilidade do tempo de trabalho tem sido um privilégio dos empregadores&#8221;, disse o presidente do IG Metall, Joerg Hoffman, ressaltando a importância do acordo fechado.</p>
<p></p>
<div style="text-align: center;"><img decoding="async" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://cut.org.br/system/uploads/ck/images/arte-IG-Mettal-sobre-acordo.jpg" />Arte divulgada pelo IG Metall para explicar acordo vitorioso conquistado nesta terça (6)</p>
<p></div>
<p>O acordo garante também aos trabalhadores o pagamento único de 100 euros correspondente à recomposição salarial do primeiro trimestre de 2018, uma vez que o acordo fechado passa a valer somente a partir de abril. No ano que vem, esse pagamento se transformará em um depósito único de U$ 400, ao qual será acrescido ainda um segundo pagamento extra, correspondente a 27,5% do salário mensal de cada trabalhador &#8211; é uma espécie de PLR (Participação nos Lucros e Resultados).</p>
<p>“Os trabalhadores vão ter mais dinheiro no bolso em termos reais, vão obter uma parte justa dos lucros das empresas e isso vai impulsionar o consumo”, afirmou à Reuters Roman Zitzelsberg, um dos representantes do IG Metall.</p>
<p>Os metalúrgicos que tiverem filhos pequenos, doença na família ou forem idosos poderão optar ainda por não receber esse montante anual e substituí-lo por uma jornada de trabalho ainda menor. Essa medida também será válida durante um período de dois anos.</p>
<p>Valter Sanches, secretário-geral da IndustriAll Global Union, explica que esse acordo, conquistado após cinco rodadas e uma série de greves, que paralisou gigantes como a Airbus, Daimler, BMW e Bosch, representa uma vitória para a categoria e pode servir para o fechamento do acordo nacional e para futuras negociações que incluam outros setores da economia do país.<br /> <br />“Na Alemanha, é fechado primeiramente o acordo por região, que serve de base para o nacional. Esse importante acordo conquistado pelos metalúrgicos da região de Baden-Wuerttemberg possivelmente será mantido em âmbito nacional”, explica Sanches.</p>
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